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Protestos em Hamburgo fizeram um número ainda indeterminado de feridos

Pawel Kopczynski

Os protestos violentos contra a cimeira do G20, no bairro de Schanzenviertel, em Hamburgo, durante a madrugada, fizeram um número ainda indeterminado de feridos, entre os quais vários agentes da polícia, segundo a agência noticiosa EFE.

Os distúrbios prolongaram-se até ao início da madrugada de domingo, informaram fontes policias, sem dizer o número de feridos e de detidos.

Até sábado, 205 agentes tinham ficado feridos, enquanto se registaram 144 detidos.

Depois do fim do encontro dos líderes das 20 maiores economias mundiais houve registo de automóveis incendiados, barricadas, destruição de mobiliário urbano, mas ainda assim com menor intensidade que os protestos verificados na noite de sexta-feira.

A polícia usou canhões de água para dispersar os manifestantes e 'carregou' algumas vezes depois de, repetidamente, solicitar a milhares de jovens que abandonassem as ruas e bares da zona.

Os incidentes voltaram a iniciar-se nas imediações de uma casa ocupada por um grupo antissistema, o 'Rote Flora', a cerca de 300 metros do centro de congressos, que acolheu até sábado a reunião presidida pela chanceler alemã, Angela Merkel, e que incluiu os presidentes russo e norte-americano, Vladimir Putin e Donald Trump, respetivamente.

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