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Coreia do Sul propõe conversações militares a Pyongyang para reduzir tensão

YONHAP

A Coreia do Sul propôs, hoje, ao regime norte-coreano realizar esta semana conversações militares, pela primeira vez em quase três anos, para diminuir a tensão na fronteira que separa ambos os países.

Seul propôs realizar a reunião na próxima sexta-feira, na chamada Zona de Segurança Conjunta, situada na zona desmilitarizada que serve de divisão entre o norte e sul, afirmou, em conferência de imprensa, o vice-ministro da Defesa, Suh Choo-suk.

A proposta, que está em linha com a oferta de diálogo apresentada recentemente pelo Presidente sul-coreano, Moon Jae-in, num discurso em Berlim, surge num momento marcado pelo aumento da tensão na península coreana, perante os consecutivos testes de armas de Pyongyang.

O encontro pretende pôr fim a "qualquer ato de hostilidade" ao longo da fronteira, disse Suh, citado pela agência noticiosa sul-coreana Yonhap.

Seul, que não apresentou uma agenda concreta para a reunião, nem o tipo de categoria dos representantes que interviriam no encontro, pediu a Pyongyang que responda à oferta, através da linha de comunicação militar na fronteira.

O Governo sul-coreano propôs, também, retomar as conversações entre as delegações da Cruz Vermelha dos dois países para reorganizar encontros de famílias separadas pela Guerra da Coreia (1950-53).

A Cruz Vermelha sul-coreana quer organizar um primeiro encontro na Zona de Segurança Conjunta, a 01 de agosto próximo, para negociar uma reunião de famílias (a primeira desde 2015), em outubro, por ocasião das festividades que honram os antepassados, um dos rituais mais importantes da cultura coreana.

As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra, uma vez que o conflito de 1950-53 terminou com a assinatura de um armistício e não de um tratado de paz.

Lusa

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