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EUA avisam China e Rússia para cumprir as sanções contra a Coreia do Norte

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O Governo norte-americano avisou esta terça-feira que vai penalizar as empresas na China e na Rússia que não cumprirem as novas sanções contra a Coreia do Norte, decretadas na segunda-feira pelas Nações Unidas.

Os responsáveis norte-americanos ao equivalente ao Ministério das Finanças e dos Negócios Estrangeiros na Europa explicaram esta terça-feira no Congresso o que está a ser feito para pressionar a Coreia do Norte sobre os testes balísticos, defendendo que os dois países "têm de fazer mais".

O número dois do departamento das Finanças que lida com o financiamento do terrorismo no Governo de Trump, Marshall Billingslea, reconheceu que a China e a Rússia apoiaram a resolução de segunda-feira nas Nações Unidas, mas vincou que estes dois países "têm de fazer mais" para implementar as sanções.

As audições que decorrem no Congresso surgem no dia a seguir ao Conselho de Segurança ter imposto sanções adicionais às exportações de têxteis e às importações de petróleo da Coreia do Norte, e no mesmo dia em que a AFP noticia que os bancos chineses garantem que estão a cumprir todas as decisões da ONU.

Entretanto surgiram notícias de que os principais bancos chineses estão a impedir os clientes norte-coreanos realizem operações financeiras, o que sugere que Pequim está a impor as restrições decretadas pelas Nações Unidas, ao contrário do que acusaram os EUA recentemente.

De acordo com a AFP, que cita vários funcionários de bancos em Pequim e na cidade fronteiriça de Yanji, no nordeste da China, os bancos estão a proibir os clientes norte-coreanos de abrir novas contas ou de fechar as contas atuais.

Estas restrições, diz a AFP, foram impostas antes de o Conselho de Segurança das Nações Unidas, que inclui a China, ter votado esta semana um novo pacote de sanções económicas contra a Coreia do Norte, no seguimento de um novo ensaio nuclear no dia 3 de setembro.

A China foi recentemente acusada pelos Estados Unidos de não estar a aplicar na totalidade as sanções decretadas pela ONU contra a Coreia do Norte, que tem na China o seu principal parceiro diplomático e comercial.

Lusa

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