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Empresa russa considera infundada acusação de envolvimento em espionagem

Sergei Karpukhin

A empresa Kaspersky qualificou esta quinta-feira de "afirmações sem base" as alegações de que as autoridades russas usaram o programa antivírus com o nome desta firma para obter informações secretas dos EUA.

A informação foi publicada na quarta-feira pelo diário The Wall Street Journal, que, segundo as suas fontes, o programa antivírus da Kaspersky estava convertido numa "ferramenta" de espionagem para o Governo russo.

Porém, em comunicado divulgado hoje, a Kaspersky Lab assegurou que "não esteve envolvida nem possui conhecimento" relativo a este assunto, reiterando a sua "disposição para trabalhar com as autoridades norte-americanas para resolver qualquer preocupação que tenham em relação aos seus produtos, bem como dos seus sistemas".

No comunicado, a Kaspersky Lab argumentou que, "como não se apresentou qualquer prova, não pode investigar essas afirmações sem base", adiantando: "Se houver alguma indicação de que os sistemas da companhia possam ter sido usados, solicitamos respeitosamente que as partes pertinentes responsavelmente proporcionem informação verificável à empresa".

A Kaspersky Lab considerou "dececionante" que "estas afirmações não verificadas continuem a perpetuar a narrativa de uma empresa que, nos seus 20 anos de história, nunca ajudou nenhum governo do mundo nos seus esforços de ciber espionagem".

Segundo o jornal, que citou fontes oficiais não identificadas, conhecedoras destas práticas, o alegado acesso era feito graças a uma modificação do popular programa antivírus Kaspersky, que permitia a busca de documentos, com classificações como 'top secret', que poderiam conter informações governamentais confidenciais.

Ainda segundo o Wall Street Journal, estas modificações no antivírus só poderiam ter sido feitas com o conhecimento da empresa, que tem sede em Moscovo.

Lusa

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