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Atentado no nordeste da Síria fez pelo menos 50 mortos

Erik de Castro

A principal milícia curdo-síria, as Unidades de Proteção do Povo (YPG), atualizou hoje para mais de 50 o número de mortos do atentado perpetrado na quinta-feira pelo grupo extremista Estado Islâmico em Deir al-Zur.

O ataque ocorreu contra um grupo de pessoas deslocadas que procurava fugir à violência na província de Deir al-Zur e aguardava permissão das forças curdas para chegar à região de Al Hasaka.

As YPG informaram na sua conta no Twitter que se tratou de um ataque suicida contra o comboio de civis resgatados.Num comunicado na sua página na internet, a milícia explicou que um carro bomba dos extremistas explodiu pelas 18:30 locais (16:30 em Lisboa) na estrada de Xurafi, entre Deir al-Zur e Al Hasaka, no nordeste da Síria.

O veículo explodiu entre um grupo de civis que fugiram de áreas sob o controlo de tropas governamentais a leste do rio Eufrates para áreas ocupadas por milícias curdas, de acordo com a fonte.Na quinta-feira, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos tinha denunciado que 18 pessoas tinham morrido neste atentado.

Entre os mortos estão civis e membros do corpo de segurança curdo "Asayish".

O sul de Al Hasaka e Deir al-Zur são atualmente o alvo da operação "Tempestade da Al Jazeera" das Forças Democráticas da Síria (FSD), uma aliança liderada por milícias curdas e apoiadas pelos Estados Unidos da América contra extremistas.

As Unidades de Proteção do Povo são o componente mais importante desta aliança, que também luta contra os radicais da cidade de Al Raqa, o seu principal feudo na Síria.

Com Lusa

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