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A história do desaparecimento de Maëlys Araújo

A história do desaparecimento de Maëlys Araújo

Maëlys Araújo desapareceu no dia 27 de agosto de 2017 de uma festa de casamento. O principal suspeito do rapto foi detido poucos dias depois. O corpo da criança de nove anos, de origem portuguesa, foi encontrado esta terça-feira.

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    Seis meses depois está resolvido o desaparecimento de Maëlys Araújo. O principal suspeito do rapto da menina lusodescendente de nove anos confessou esta terça-feira tê-la morto quando confrontado com novas pistas. O homem de 34 anos que está detido em França e acusado de sequestro e homicídio levou os investigadores ao local onde enterrou o corpo. Nordahl Lelandais só não revelou às autoridades o motivo porque matou a menina de nove anos.

  • Homicida recusa explicar morte de Maëlys mas diz ter sido "involuntária"
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    Foram encontrados os restos mortais de Maëlys de Araújo, a menina lusodescendente desaparecida desde agosto de 2017. Nordahl Lelandais confessou o crime e levou as autoridades ao local onde enterrou o corpo. As informações foram avançadas pelo procurador de Grenoble na conferência de imprensa da tarde desta quarta-feira.

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    O Ministro do Ambiente disse esta quarta-feira, no Parlamento, que Espanha não está a cumprir o protocolo ibérico que se aplica às avaliações de planos, programas e projetos com efeitos transfronteiriços. A propósito dos pedidos de informação enviados pelas autoridades nacionais ao Governo espanhol sobre o projeto de exploração de urânio em Retortillo, Salamanca, a poucas dezenas de quilómetros da fronteira com Portugal, João Matos Fernandes disse mesmo que "o protocolo que existe não está a ser cumprido; tudo é arrancado a ferros".

  • Governo enfrenta vaga de contestação
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    O Governo enfrenta uma onda de contestação. Guardas prisionais, procuradores, professores, médicos e enfermeiros descontentes ameaçam com greves nos diferentes setores, já nos meses de março e abril.

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    Desde Março do ano passado que perto de mil médicos especialistas aguardam colocação nos hospitais. O concurso, prometido várias vezes pelo ministro da Saúde, não abriu ainda por falta de autorização do Ministério das Finanças. Amanhã, quinta-feira, um grupo destes médicos vai à Assembleia da República entregar uma carta que entretanto já seguiu para os ministros da Saúde e Finanças.

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