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Mais de 1.000 pessoas precisam ser retiradas de Ghouta por razões médicas

Bassam Khabieh

Mais de mil pessoas que necessitam de tratamento médico urgente precisam ser retiradas do leste de Ghouta, na Síria, que há três semanas é alvo de uma ofensiva militar do regime sírio, de acordo com as Nações Unidas.

Esta região, que abriga fações rebeldes e contrárias ao regime sírio, está a ser atacada e asfixiada desde 2013, o que torna quase impossível o acesso a alimentos e a medicamentos para os seus cerca de 400 mil habitantes.

"Mais de mil pessoas precisam urgentemente ser retiradas do enclave rebelde por razões médicas, a maioria mulheres e crianças", disse Linda Tom, porta-voz do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação dos Assuntos Humanitários (OCHA), em Damasco.

De acordo com o OCHA, existem 77 "casos prioritários" entre os milhares de doentes ou feridos que exigem uma retirada urgente da região.

Paralelamente, 28 hospitais e clínicas foram atacados e nove profissionais de saúde foram mortos desde o início da ofensiva, de acordo com a mesma fonte.

Nesta área estratégica, nos arredores da capital, as forças leais ganham terreno todos os dias, com ataques aéreos e de artilharia, sendo que o Governo já controla 60% da região, de acordo com a organização não-governamental Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

A ofensiva do regime sírio, desde 18 de fevereiro, já fez 1.144 mortos, incluindo 240 crianças, e mais de 4.400 feridos, de acordo com a OSDH.

Desde o início do conflito na Síria, há quase sete anos, já foram mortas mais de 350 mil pessoas, segundo a ONG.

Lusa

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