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"O Estado está a pagar uma parte do aumento do salário mínimo para o setor privado"

"O Estado está a pagar uma parte do aumento do salário mínimo para o setor privado"

José Gomes Ferreira fala sobre a redução da TSU para as empresas, uma contrapartida para o aumento do salário mínimo para os 557 euros.

José Gomes Ferreira diz que esta medida se pode resumir a uma frase: "o Estado está a pagar uma parte do aumento do salário mínimo para o setor privado".

  • Descida da TSU vai custar 40 milhões à Segurança Social
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    Economia

    O dinheiro que a Segurança Social vai perder com a descida da TSU para as empresas - dada como contrapartida para a subida do salário mínimo - vai ser pago com dinheiro do Orçamento do Estado. São cerca de 40 milhões de euros. O Bloco de Esquerda e PCP não concordam com a decisão.

  • Descida da TSU será paga pelo Orçamento do Estado

    TSU/PEC

    O acordo para o aumento do salário mínimo prevê que a perda de receita para a Segurança Social com a descida da TSU seja compensada com dinheiro do Orçamento do Estado, noticia o semanário Expresso. Os partidos da esquerda não concordam.

  • Descida da TSU não serve para subsidiar aumento do salário mínimo
    0:36

    Economia

    Vieira da Silva diz que alguns comentadores deram a entender que quem vai pagar o aumento do salário mínimo são os contribuintes. Numa conferência do jornal online ECO, o ministro do Trabalho disse hoje que a descida da TSU não serve para subsidiar o aumento do salário mínimo e afirma que os valores em causa são relativamente pequenos.

  • Mais de 1600 ações de fiscalizações a IPSS em dois anos
    1:05

    Expresso da Meia Noite

    Nos últimos dois anos, o Estado efetuou mais de 1600 ações de fiscalização a Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) das quais resultaram mais de 70 destituições e 80 participações ao Ministério Público (MP). Os números foram avançados pela secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim, no programa Expresso da Meia-noite, na SIC Notícias.

  • Bombeiro ferido nos fogos de Pedrógão Grande regressou a casa
    2:33

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Seis meses depois dos incêndios de Pedrógão Grande, regressou a casa o último dos bombeiros de Castanheira de Pera que estava internado desde junho. Rui Rosinha esteve em coma mais de dois meses e tem ainda pela frente uma longa recuperação. O bombeiro não quer que o país esqueça o que aconteceu e espera que as duas tragédias deste ano (fogos de junho e outubro) sirvam de lição para o futuro.

  • Pedrógão Grande, seis meses depois - documentário Expresso
    0:29
  • Frio no fim de semana, regiões do interior podem chegar aos -5 °C
    1:23
  • Ilhas Selvagens são um tesouro no Atlântico que é preciso preservar
    2:33