27.01.2012 23:23

Novo Conselho Nacional da CGTP eleito com 735 votos favoráveis

 
 

O novo Conselho Nacional da CGTP foi hoje eleito no XII Congresso da central sindical com 735 votos a favor, oito brancos e 32 nulos.

O Conselho Nacional para o próximo quadriénio teve uma renovação superior  a um terço, resultante da saída de 53 dirigentes, maioritariamente por motivo  de idade. 

O novo órgão sai também rejuvenescido, devido à entrada de jovens para  substituir os que tinham mais de 60 anos. 

Joaquim Dionísio e Manuel Guerreiro, ambos dos anteriores Conselho Nacional  e Comissão Executiva, são os dirigentes mais velhos da CGTP, com 60 anos.

Entre os novos elementos constam Américo Monteiro Oliveira, do Sindicato  dos Trabalhadores do Comércio e Escritórios do Minho e presidente da coordenadora  Pastoral Operária. 

Carlos João Tomás, do Sindicato dos Têxteis da Beira Alta, é outro dos  novos elementos do Conselho, assim como Fernando Jorge Fernandes, do Sindicato  dos Funcionários Judiciais, e José Joaquim Correia, do Sindicato dos Trabalhadores  da Administração Local (STAL). Do total dos 147 dirigentes eleitos, 48 são  mulheres. 

Manuel Carvalho da Silva, Maria do Carmo Tavares, Carlos Carvalho, Manuel  Freitas são os sindicalistas mais antigos que deixam agora o Conselho Nacional  por motivo de idade, órgão que integraram a partir de 1975 e 1977, respetivamente.

O ex-coordenador da FECTRANS, Amável Alves, o presidente do STAL, Francisco  Braz, e João da Silva, antigo coordenador da Federação das Indústrias Metalúrgica,  Química e Elétrica também estão entre os sindicalistas que hoje abandonam  este órgão. 

O Conselho Nacional recém-eleito vai reunir-se ainda esta noite, após  o encerramento dos trabalhos do Congresso, para eleger a nova Comissão Executiva  e o secretário-geral da Intersindical. 

Um dos critérios usados pela CGTP para a elaboração das listas para  o Conselho Nacional prende-se com a idade. 

Não entram para o Conselho Nacional os dirigentes que tenham a perspetiva  de atingir a idade de reforma (65 anos) ao longo do mandato de quatro anos.  Os sindicalistas que se reformem ou pré-reformem antes da idade legal também  não podem ser dirigentes da CGTP. 

Lusa 

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