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Passos vai esclarecer dívidas à Segurança Social no Parlamento

Passos vai esclarecer dívidas à Segurança Social no Parlamento

Passos Coelho vai responder às perguntas dos deputados sobre as dívidas à Segurança Social. A garantia foi deixada pelo líder parlamentar do PSD, esta quinta-feira, no Parlamento, que aproveitou para reafirmar que o primeiro-ministro nunca foi beneficiado em relação às dívidas ao Estado.

  • Podem as dívidas à Segurança Social prescrever?
    1:40

    Economia

    Afinal, as dívidas da Segurança Social podem ou não prescrever? Esta é uma das muitas dúvidas que têm surgido a propósito do pagamento, por parte do primeiro-ministro, da dívida à Segurança Social que tinha prescrito. A SIC foi à procura de respostas.

  • Oposição quer conhecer ao pormenor carreira contributiva de Passos Coelho
    2:40

    Economia

    Apesar dos repetidos esclarecimentos de Passos Coelho, ainda há perguntas por responder. Todos os partidos da oposição entregaram no Parlamento requerimentos para saber ao pormenor o que se passou entre 1999 e 2004. Anos em que o primeiro-ministro acumulou dívidas à Segurança Social e que, de acordo com o jornal Público, não foram todas contabilizadas. Parte da dívida terá sido dado como prescrita. O valor entre 1999 e 2004 com juros seria superior a 8 mil euros. A Segurança Social terá tido em conta o valor entre 2002 e 2004.

  • Vitorino diz que a dívida de Passos à Segurança Social é motivo para pedir desculpa aos portugueses
    1:47

    País

    António Vitorino diz que a dívida de Pedro Passos Coelho à Segurança Social é motivo para pedir desculpa aos portugueses. O ex-comissário socialista esteve, esta noite, na SIC Notícias, com Pedro Santana Lopes, e disse que este é um caso político. Santana Lopes concorda mas acrescenta que, à data a que o caso se refere, o sistema de pagamentos à Segurança Social era confuso.

  • Ferro Rodrigues acusa Passos de não respeitar presunção da inocência
    0:41

    País

    O líder parlamentar do PS diz que a carta de Sócrates é uma reação indignada à violação de um direito constitucional por parte de Passos Coelho e que a presunção de inocência não está a ser respeitada. Ferro Rodrigues considera também que António Costa fez bem quando ontem não respondeu às perguntas da SIC sobre a dívida do primeiro-ministro à Segurança Social.

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18
  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.