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Crato diz que certificação exigida aos professores de Inglês não é "desrespeitosa"

O ministro da Educação afirmou hoje na Feira que a certificação exigida aos professores que vão corrigir os exames de Inglês não pode ser considerada como "desrespeitosa", antes representando um maior grau de exigência na obtenção de resultados.

JOS\303\211 COELHO

As declarações de Nuno Crato surgem em reação à notícia divulgada hoje de que os docentes em causa estão a faltar às aulas para participarem na formação que os certificará como aptos a rever os referidos exames, de acordo com os critérios exigidos pelo Cambridge English Language Assessment - o instituto universitário responsável pela autoria do teste de diagnóstico de Inglês aplicado aos alunos do 9.º ano de escolaridade.

Mesmo nos casos em que a certificação é exigida a docentes que lecionam a disciplina em anos de escolaridade superiores ao 9.º ano, o governante defende: "Não temos que olhar para as provas como desrespeitosas e o que está aqui em causa - com base em todas as informações que tenho do IAVE [Instituto de Avaliação Educativa] - é uma certificação que é necessária ser reconhecida internacionalmente".

Para Nuno Crato, a obrigatoriedade do cumprimento desse requisito é uma consequência natural do "grande reforço" a que o Governo vem sujeitando o ensino do idioma.

"Antes de entrarmos para o Governo, o Inglês não era obrigatório para nenhum ano de escolaridade", recorda. "Depois passou a ser obrigatório ao longo de cinco anos e, a partir desde ano letivo, será obrigatório por sete", referiu.

Para o ministro, a certificação dos professores pelo instituto de Cambridge reflete assim uma "maior exigência na obtenção de resultados".

"É nisso que os professores de Inglês estão a colaborar", concluiu.

Lusa
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