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Conservatório recebeu garantia do ministro de que haverá dinheiro para obras

A diretora da Escola de Música do Conservatório Nacional (EMCN) disse hoje ter recebido a garantia do ministro da Educação, Nuno Crato, de que haverá dinheiro para obras de fundo na instituição, que ficarão a cargo da Parque Escolar.

"O conservatório tem dois tipos de obras: tem as urgentes e imediatas, e tem obras de fundo que precisam de ser feitas e que nós vamos iniciar, não tenhamos dúvidas sobre isso", declarou Nuno Crato, afirmando que os 43 mil euros para as obras urgentes "correspondem aos orçamentos apresentados pela escola em função das necessidades consideradas inadiáveis". (Arquivo)

"O conservatório tem dois tipos de obras: tem as urgentes e imediatas, e tem obras de fundo que precisam de ser feitas e que nós vamos iniciar, não tenhamos dúvidas sobre isso", declarou Nuno Crato, afirmando que os 43 mil euros para as obras urgentes "correspondem aos orçamentos apresentados pela escola em função das necessidades consideradas inadiáveis". (Arquivo)

Tiago Petinga / Lusa

Ana Mafalda Pernão, diretora da EMCN, foi uma das representantes da comissão de defesa da escola que hoje reuniram com o ministro Nuno Crato, o secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, e com Luís Carvalho, presidente da empresa Parque Escolar, que tem a seu cargo as obras de recuperação das escolas públicas no país.

O encontro de hoje, pedido pela comissão de defesa da EMCN, aconteceu um dia depois de o ministro Nuno Crato ter anunciado no parlamento que o Governo vai "iniciar o processo" para "obras de fundo" no edifício do Conservatório Nacional, uma "fase seguinte" às obras urgentes orçamentadas em 43 mil euros, para reparar telhado, tetos e pátio do edifício, e que aguardam autorização da Direção-Geral do Património Cultural para avançar.

"Foi uma agradável surpresa. O ministro anunciou que haveria dinheiro e que seríamos uma das escolas a integrar nas obras da Parque Escolar", disse à Lusa Ana Mafalda Pernão.

Da reunião saiu a garantia de que nas próximas semanas Luís Carvalho visitaria a escola e de que "num máximo de dois meses" deve estar concluído o programa que vai permitir lançar um concurso internacional de projeto.

"Queremos um projeto de muita qualidade para a escola, queremos requalificá-la para os próximos 50 ou 100 anos", disse a diretora da instituição.

A escola promoveu nas últimas semanas diversas iniciativas públicas e protestos para alertar para a necessidade de obras no edifício.

A degradação da escola levou ao encerramento de 10 salas, por motivos de segurança, deixando muitos alunos sem aulas.







Lusa
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