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Advogada condenada a três anos de pena suspensa por burlar idosos em Benavente

 Uma advogada foi hoje condenada a três anos de pena de prisão suspensa, por um crime de burla qualificada que teve como vítimas um casal de idosos de Samora Correia (concelho de Benavente).

"Seja porque acontecem dificuldades económicas, dificuldades familiares,  isolamento, solidão, entre outras motivações, o que é facto é que existem  pessoas já avançadas na idade que vêm desenvolver comportamentos, por exemplo,  em relação ao jogo ou ao consumo de determinadas substâncias, nomeadamente o álcool", refere João Goulão (Arquivo Reuters)

"Seja porque acontecem dificuldades económicas, dificuldades familiares,  isolamento, solidão, entre outras motivações, o que é facto é que existem  pessoas já avançadas na idade que vêm desenvolver comportamentos, por exemplo,  em relação ao jogo ou ao consumo de determinadas substâncias, nomeadamente o álcool", refere João Goulão (Arquivo Reuters)

© Enrique de la Osa / Reuters

A advogada, com residência na zona de Espinho, tinha escritório no distrito de Lisboa quando foi procurada pelo casal em 2009 para tratar da legalização de um terreno no Porto Alto (Benavente).

O Tribunal de Santarém deu hoje como provado que a advogada sabia que não era possível obter licenciamento para o terreno em causa e que, mesmo assim, cobrou ao casal quantias relativas a atos que nunca praticou.

A advogada, que não assistiu ao julgamento alegando dificuldades financeiras para suportar os custos das deslocações, exigiu 15 pagamentos ao longo de seis meses, entre junho e dezembro de 2010, apropriando-se de 11.245 euros.

O Tribunal determinou o pagamento dos 11.245 euros em dívida ao casal, a título de indemnização cível por danos patrimoniais, e ainda 200 euros à lesada e outros 200 às filhas do casal (referentes ao pai, entretanto falecido) por danos não patrimoniais.

Os queixosos alegaram no processo não estarem em causa apenas danos patrimoniais, mas também danos emocionais provocados pelo facto de terem perdido grande parte das poupanças que foram reunindo ao longo da vida.

A advogada havia já sido condenada em dezembro último a dois anos e oito meses de pena suspensa por quatro crimes de burla e falsificação de documentos, num outro processo.


Lusa
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