sicnot

Perfil

País

Braga à frente dos seis distritos com mais criminalidade violenta em 2014

Braga, Bragança, Portalegre, Porto, Viana do Castelo e Vila Real foram os seis distritos do país que registaram subida das participações da criminalidade violenta e grave, em 2014, revela o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), entregue hoje no parlamento.

SIC

SIC

Braqa foi o distrito onde a subida foi maior (+5,7%), passando de 838 participações, em 2013, para 868 casos, no ano passado. 

Também o distrito do Porto registou um aumento (+4,1%) de participações de crimes graves e violentos, com 2.990 casos em 2014, mais 117 do que em 2013.

Bragança teve mais cinco casos (passou de 78 para 83), o que significou uma subida de 6,4% de participações.

As descidas mais significativas na criminalidade violenta e grave verificaram-se em Viseu (-40%), Guarda (-29,4%), Coimbra (-26%), Santarém (-23,3%) e Setúbal (-10%).

Em Viseu, onde a descida foi mais acentuada, o número de participações em 2014 foi de 141 casos, contra 235 em 2013.

Nos Açores, a criminalidade grave e violenta desceu 9,9% (163 casos em 2014, contra 181 em 2013), tendo a descida, na Madeira, sido ligeiramente inferior (-7,7%), com uma redução de 19 casos (227 participações em 2014, perante as 246 de 2013).

Em Lisboa, a descida ficou-se pelos 3,7%, com 8.569 participações em 2014, contra 8.913, em 2013.

A criminalidade violenta e grave desceu 5,4 por cento, em 2014, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), hoje entregue na Assembleia da República. 

De acordo com o relatório, que apresenta os principais resultados da criminalidade e atividade das forças e serviços de segurança, no ano passado registaram-se 19.061 casos de criminalidade violenta e grave, menos 1.086 do que em 2013.

Lusa

  • A fábrica de caças na base aérea de Monte Real
    3:35
  • Comprar ou arrendar casa?
    8:25
  • Fui contactado por um espectador do “Contas-Poupança” (quartas-feiras, Jornal da Noite, SIC) e leitor do blogue www.contaspoupanca.pt, que foi surpreendido com uma carta do banco a aumentar o spread porque um dos serviços que tinha subscrito tinha sido extinguido. Neste caso específico, a domiciliação de ordenado. Ora, o cliente ficou estupefacto porque não mudou de empresa, não foi despedido nem tinha havido nenhuma alteração no recebimento do ordenado naquela conta.

    Pedro Andersson

  • NotPetya: Lourenço Medeiros explica o novo ciberataque global
    2:44

    Mundo

    A Ucrânia está a ser seriamente afetada por um novo ataque informático. Algumas empresas de grande dimensão estão a ser prejudicadas, agravando a dimensão global do ataque, o qual não parece ser dirigido a ninguém em concreto. Ontem, nas primeiras horas do ataque, não parava de crescer o número de vítimas.

  • Temer acusado de prejudicar Polícia Federal
    2:36
  • Violência volta às favelas do Rio de Janeiro
    3:21

    Mundo

    As favelas do Rio de Janeiro voltaram aos níveis de violência dos anos 90. A cidade de Deus foi uma das favelas pacificadas que voltou a registar tiroteios diariamente, os moradores falam de situações de trauma e do medo das crianças.

  • Trump interrompe telefonema para elogiar jornalista

    Mundo

    A jornalista irlandesa Caitriona Perry viu-se esta terça-feira envolvida num momento que a própria classificou de "bizarro": um encontro inesperado com Donald Trump, que interrompeu um telefonema com o primeiro-ministro irlandês para... a elogiar.

    SIC

  • Caricaturas de Trump invadem capital do Irão

    Mundo

    O Irão está a organizar um concurso internacional de caricaturas do Presidente norte-americano Donald Trump. Pelas ruas de Teerão já vão surgindo algumas imagens alusivas ao festival que vai realizar-se no próximo mês de julho.

  • Companhia aérea obriga deficiente físico a entrar no avião sem ajuda

    Mundo

    Um homem com uma deficiência física que o obriga a andar numa cadeira de rodas foi obrigado a subir sozinho as escadas de um avião da companhia aérea Vanilla Air. Hideto Kijima deparou-se com a situação quando estava a embarcar da ilha de Amami para Osaka, no Japão, com vários amigos que foram proibidos de o ajudar.

  • De onde vem o dinheiro de Isabel II?

    Mundo

    A rainha Isabel II vai ser aumentada - pelo exercício das suas funções -, em 2018, para 82,2 milhões de libras (93,5 milhões de euros). Este valor é pago pelo Estado britânico. Contudo, esta não é a única fonte de rendimento da rainha de Inglaterra. Isabel II também recebe pelas terras, casas e empresas que tem espalhadas pelo Reino Unido.

  • Cão corre os EUA a entregar águas aos árbitros em jogos de basebol
    0:20