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Empresa acusada de forjar contrato de trabalho para legalizar imigrante

O Ministério Público acusou dois sócios de uma empresa de Barcelos de falsificação de documentos e auxílio à imigração ilegal, num processo que envolve um falso contrato de trabalho com uma mulher estrangeira, informou hoje o SEF.

Em comunicado, o SEF refere que os dois detidos foram presentes aos tribunais de Aveiro e Espinho. (Arquivo)

Em comunicado, o SEF refere que os dois detidos foram presentes aos tribunais de Aveiro e Espinho. (Arquivo)

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Em comunicado, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) especifica que os dois sócios são pai e filha e terão agido "concertadamente" com uma cidadã estrangeira para legalizar a sua permanência em Portugal.

Além de um falso contrato de trabalho, os arguidos terão também elaborado falsos recibos de vencimento, documentos que permitiram que a cidadã estrangeira requeresse legalização junto do SEF.

Este organismo investigou o caso e desvendou "o logro", tendo agora os sócios da empresa sido acusados da coautoria dos crimes de falsificação de documentos e auxílio à imigração ilegal.

A mulher estrangeira, que é procurada em Espanha para afastamento coercivo, foi acusada do crime de falsificação de documentos de forma continuada.

Lusa
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