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Maxampor garante que cumpriu regras de segurança na explosão em pedreira de Sesimbra

 A Maxampor, empresa responsável pela operação de destruição de explosivos que provocou uma violenta explosão numa pedreira de Sesimbra na quarta-feira, garantiu hoje que cumpre as normas de segurança, mas não adiantou qualquer explicação para o sucedido.

A empresa tinha até ao dia 5 de abril para destruir resíduos. Ao longo do dia, houve várias explosões controladas.

A empresa tinha até ao dia 5 de abril para destruir resíduos. Ao longo do dia, houve várias explosões controladas.

Lusa

"A Maxampor cumpre com todos os 'standards' de Prevenção de Riscos Laborais, segundo a norma internacional OHSAS 18001, sob a qual se encontra certificada, e possui todas as autorizações e licenças de atividade de acordo com a legislação", refere a empresa, num comunicado hoje divulgado.

A empresa assegura também que obteve as autorizaçõ0es necessárias para a operação, nomeadamente junto da PSP, entidade que tutela esta área de atividade e que acompanhou a operação no local.

No comunicado, a empresa refere ainda que a operação realizada na pedreira da Sobrissul, em Sesimbra, no distrito de Setúbal, foi acompanhada "por um elemento da PSP" e por "técnicos com larga experiência e devidamente habilitados com cédulas de operador de fogo, tal como a lei define".

"Foram seguidos os procedimentos definidos e habitualmente praticados neste tipo de operação" acrescenta o comunicado da Maxampor, que recusa fazer qualquer comentário sobre o incidente antes de ser conhecido o resultado do inquérito por parte das autoridades portuguesas.

A destruição programada de resíduos explosivos, realizada numa pedreira, na aldeia de Pedreiras, em Sesimbra, provocou na quarta-feira à noite alarme público nas populações da península de Setúbal e na zona da Grande Lisboa, incluindo Cascais, com o estrondo que produziu, mas não provocou vítimas, apenas danos materiais em algumas habitações.

 





Lusa
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