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Operação Páscoa regista quatro mortos nas estradas portuguesas

Quatro pessoas morreram nos primeiros três dias da Operação Páscoa da Guarda Nacional Republicana, que registou quase 500 acidentes nas estradas portuguesas, segundo o balanço provisório feito pela GNR. 

(SIC/ Arquivo)

Segundo fonte da GNR, nos três dias da operação - que decorre entre as 00:00 horas do dia 02 e as 24:00 do dia 05 de abril - registaram-se nas estradas portuguesas 497 acidentes, dos quais resultaram quatro mortos, 15 feridos graves e 150 feridos ligeiros.

Relativamente ao mesmo período do ano passado, os dados revelam que morreram mais três pessoas, tendo-se registado mais 23 acidentes, mais um ferido grave e menos oito feridos ligeiros.

No terceiro dia da operação, a GNR fiscalizou 3.161 condutores, tendo passado 930 contraordenações por diversas infrações às regras da estrada.

Foram detetados 811 condutores em excesso de velocidade e 88 com excesso de álcool no sangue.

Nos dois primeiros dias da operação, foram fiscalizados 4.791 condutores e realizados 4.436 testes de álcool, tendo sido identificados 64 condutores com excesso de álcool no sangue. 

No total dos três dias, as patrulhas da GNR prestaram ainda auxílio a 716 condutores, que por vários motivos, se viram forçados a parar na berma das estradas.

Durante a Operação Páscoa, 4.500 militares dos comandos territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito estarão particularmente atentos à falta de habilitação legal para conduzir, à condução sob o efeito de álcool e de substâncias psicotrópicas, à não utilização do cinto de segurança e de sistemas de retenção para crianças, refere um comunicado daquela força militarizada.

O excesso de velocidade e o não cumprimento das regras de trânsito serão também alvo de especial atenção por parte da GNR.

Devido ao aumento significativo de trânsito na época pascal, a GNR aconselha os condutores a reduzirem substancialmente a velocidade na travessia de localidades e uma especial atenção para com os peões.

Alerta ainda para a necessidade de os condutores terem atenção ao aumento de ciclistas nas estradas portuguesas e para a necessidade de uso dos cintos traseiros das viaturas, já que se regista num aumento de vítimas entre os passageiros do banco de trás devido à não utilização de cinto.









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