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Licença para lançar engenho pirotécnico no Marco de Canaveses era para outro local

A empresa responsável pelo engenho pirotécnico que hoje provocou a morte a um homem de 21 anos, no Marco de Canaveses, tinha licença para efetuar o lançamento, mas para um local diferente, avançou à Lusa fonte policial.

Lusa

Segundo a GNR, a licença emitida destinava-se ao lançamento de fogo de tubos na zona da igreja de Constance, mas o incidente ocorreu no jardim de uma habitação do lugar do Ladário, a algumas centenas de metros.

Também segundo a autoridade policial, o rebentamento que provocou o incidente foi precedido de várias explosões de "balonas", engenhos que substituíram recentemente os tradicionais foguetes de cana.

De acordo com a GNR, a Equipa de Inativação de Explosivos que se deslocou ao local encontrou três fileiras de tubos, duas das quais terão sido despoletadas antes do rebentamento que provocou a vítima mortal e um ferido.

O acidente, segundo a GNR, ocorreu com a terceira fileira.

Os militares procederam à desativação e recolha dos engenhos restantes não despoletados.

Segundo a fonte, o inquérito policial ao incidente vai apurar as circunstâncias da ocorrência, nomeadamente se as duas vítimas eram colaboradores da empresa de pirotecnia que disponibilizou os engenhos explosivos.











Lusa
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