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Cavaco Silva defende que antecipação das Legislativas seria mais negativa

Cavaco Silva defende que antecipação das Legislativas seria mais negativa

Cavaco Silva reafirmou esta quarta-feira, na Lousã, que seria pior para o país se as eleições legislativas tivessem sido antecipadas. Isto para evitar dois atos eleitorais quase seguidos, com as Legislativas em setembro ou outubro e as Presidenciais em janeiro. O Presidente da República diz que está na altura de os portugueses se habituarem à normalidade democrática.

  • CDS estuda medidas para limitar sondagens em campanha eleitoral

    País

    O CDS está a ponderar apresentar no Parlamento, um projecto de lei, para limitar a divulgação de sondagens em campanha eleitoral. Para já a medida ainda está em fase de estudo mas foi um dos temas debatidos na reunião desta noite do Conselho Nacional do partido. Os centristas congratularam-se pelo resultado nas eleições na Madeira mas dizem que os grandes derrotados foram os centros de sondagem. Para o CDS, foram cometidos grandes erros de sub-representação do partido a poucos dias do acto eleitoral e, por isso, tem de haver consequências. A reunião desta noite serviu também para trabalhar ideias e propostas para um programa eleitoral sendo que nada foi dito sobre se o CDS-PP vai ou não coligar-se com o PSD para as próximas legislativas.

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.