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Greve da Carris terá reflexos na circulação a partir das 22 horas de hoje

Os trabalhadores da rodoviária de Lisboa Carris realizam na sexta-feira 24 horas de greve que terá já reflexos na circulação de autocarros a partir das 22 horas de hoje.

(Lusa/Arquivo)

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De acordo com uma nota da Carris, hoje divulgada, devido à greve de 24 horas convocada por uma organização sindical, "prevê-se a perturbação do serviço de transporte" na sexta-feira, "com início às 3 horas, prolongando-se a mesma até ao final do último serviço deste dia".

No entanto, a empresa realça que, "no caso particular da rede da madrugada", a paralisação inicia-se já esta noite, "podendo ser sentidas, a partir das 22 horas, perturbações muito pontuais".

"Na sequência da convocação de serviços mínimos por parte do Tribunal Arbitral, a Carris informa ainda que estarão em funcionamento, em 50% do regime normal, as carreiras 703 e 751, sendo que também estará a funcionar o serviço de transporte exclusivo de pessoas de mobilidade reduzida", acrescenta a empresa.

Na próxima sexta-feira, os trabalhadores da Carris realizam uma greve de 24 horas, marcada pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes (SITRA), contra a subconcessão da empresa, que está atualmente em concurso público.

"É o combate a esta privatização acelerada que o Governo quer fazer dos transportes na região de Lisboa e na região do Porto, afastando totalmente s autarquias que são parte interessadíssima neste problema. Nós sabemos que as empresas com gestão pública servirão melhor os utentes", disse Sérgio Monte, do SITRA, filiado na UGT. 

Sérgio Monte alertou ainda que os trabalhadores irão realizar, na sexta-feira, um plenário a partir das 10 horas na estação da Carris de Santo Amaro, onde oficialmente se localiza a sede da empresa.

O sindicalista destacou que a greve convocada pelo SITRA teve o acolhimento de outros sindicatos representativos dos trabalhadores da Carris, o que foi confirmado à Lusa por Manuel Leal, da Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans).

Manuel Leal destacou ainda que a Fectrans também convocou uma greve dos trabalhadores da Carris para 22 de abril, para que os trabalhadores da rodoviária da Grande Lisboa possam participar na marcha de luta contra a subconcessão de algumas empresas de transporte que se realiza nesse dia.

Os trabalhadores da Carris, do Metropolitano de Lisboa, da Transtejo e da Soflusa (responsáveis pelas ligações fluviais no Tejo) anunciaram a realização, a 22 de abril, em Lisboa, de uma marcha "contra a privatização" daquelas quatro empresas de transportes, que terá início às 10 horas no Cais do Sodré.

Para esta sexta-feira estava marcada uma greve no Metropolitano de Lisboa que foi adiada para a sexta-feira seguinte, 17 de abril, adiamento que Anabela Carvalheira, da Fectrans, justificou com a falta de segurança, já que o Metro teria de funcionar em serviços mínimos decretados na terça-feira pelo tribunal arbitral do Conselho Económico e Social.

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