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Trabalhadores da Axa Portugal protestaram em Lisboa contra despedimento coletivo

Um grupo de trabalhadores da Axa Portugal participou esta sexta-feira numa concentração em frente às instalações da empresa, em Lisboa, para contestar o processo de despedimento coletivo que afeta 67 funcionários e que os sindicatos consideram ilegal. 

A ação de protesto que decorreu junto à sede da Axa Portugal reuniu cerca de 20 pessoas, um número baixo que é justificado pelo sindicalista com o facto de os afetados pelo processo de despedimento coletivo serem oriundos de várias cidades portuguesas, de norte a sul do país, o que dificultou a sua participação na concentração convocada pelo SINAPSA.

A ação de protesto que decorreu junto à sede da Axa Portugal reuniu cerca de 20 pessoas, um número baixo que é justificado pelo sindicalista com o facto de os afetados pelo processo de despedimento coletivo serem oriundos de várias cidades portuguesas, de norte a sul do país, o que dificultou a sua participação na concentração convocada pelo SINAPSA.

Lusa

"Estamos aqui em protesto por considerarmos que o despedimento é ilegal, porque a empresa não procedeu aos requisitos legais. A empresa diz que quer negociar com os trabalhadores, mas primeiro avançou com o despedimento coletivo", afirmou à agência Lusa José Manuel Jorge, dirigente do Sindicato Nacional dos Profissionais de Seguros e Afins (SINAPSA).

A ação de protesto que decorreu junto à sede da Axa Portugal reuniu cerca de 20 pessoas, um número baixo que é justificado pelo sindicalista com o facto de os afetados pelo processo de despedimento coletivo serem oriundos de várias cidades portuguesas, de norte a sul do país, o que dificultou a sua participação na concentração convocada pelo SINAPSA.

"Só para se ver as intenções da entidade patronal, quer aqui, quer no Porto, onde está também a decorrer uma concentração a esta hora [pelas 17:00], a empresa pediu aos trabalhadores para saírem às 16:00 que era para não serem envolvidos e não se poderem concentrar com o sindicato à porta da empresa", afirmou José Manuel Jorge.

Segundo o responsável, esta iniciativa da administração "não fica bem e só demonstra que a empresa está receosa da ilegalidade que está a cometer".

José Manuel Jorge disse que o sentimento entre os trabalhadores visados por este processo, que têm idades entre os 43 e os 63 anos, é de "grande fragilização e de grande medo".

E reforçou: "Basta pensar o que é um trabalhador receber uma carta da empresa a dizer que está dispensado de comparecer no posto de trabalho. O trabalhador fica sem hipótese nenhuma, vai aceitar aquilo que a empresa lhe der".

O SINAPSA apela aos trabalhadores para que "resistam e não assinem nada", porque considera que o processo [de despedimento coletivo] vai ser considerado ilegal, já que viola completamente a lei.

"Dizemos aos trabalhadores para que não desistam e não se deixem intimidar perante esta ação. Podem contar com todo o apoio do sindicato", vincou.
Lusa
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