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Passos exclui cenário de governação com o PS

Pedro Passos Coelho excluiu qualquer possibilidade de entendimento com o PS depois das próximas eleições legislativas. Na reunião do Conselho Nacional do PSD, na noite passada, o líder social-democrata afirmou que "nunca terá a tentação de fazer governo com o Partido Socialista".

JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Passos acrescentou que "é impensável governar dependente das imposições do PS", que o primeiro-ministro acusou de só estar disponível para dialogar "se for governo".

Numa intervenção à porta fechada, Passos Coelho disse também que "ainda é cedo" para falar de uma coligação com o CDS, voltando a remeter o assunto para "tempo oportuno".

O líder social-democrata confirmou que pretende levar por diante uma redução da TSU para as empresas, mas sem prejudicar os trabalhadores. Segundo fontes do PSD, o primeiro-ministro disse que a medida pretende estimular a criação de emprego e "não é o papão de 2012, que o PS anda a agitar".

As presidenciais foram outra questão remetida para mais tarde. 

Tanto à entrada como à saída da reunião, ninguém prestou declarações aos jornalistas. Como tem sido habitual, estiveram também presentes membros do Governo que não são dirigentes sociais-democratas, como a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, o ministro adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, o ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Guedes, e a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz.
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