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PSP do Porto ganha 22 polícias ''motards'' para combater crime violento

A PSP do Porto integra a partir de hoje uma estratégia de segurança pública nacional tendo operacionais 22 homens que auxiliados por motos de alta cilindrada vão combater criminalidade violenta e grave na área metropolitana do Porto.

A PSP do Comando Metropolitano do Porto procedeu a oito buscas domiciliárias / Lusa

A PSP do Comando Metropolitano do Porto procedeu a oito buscas domiciliárias / Lusa

JOSE SENA GOULAO

As novas Equipas de Prevenção e Reação Imediata (EPRI) do Porto vão trabalhar em toda a área de jurisdição da PSP do Porto, que envolve os concelhos do Porto, Gaia, Matosinhos, Gondomar, Valongo, Maia, Vila do Conde, Póvoa de Varzim e Santo Tirso e abarca cerca de um milhão de pessoas, anunciou hoje o comissário Marco Almeida, em conferência de imprensa no Comando Metropolitano do Porto da PSP.

As EPRI da PSP do Porto contam com 22 elementos policiais que terminaram a formação com sucesso e que vão ter como prioridade "combater a criminalidade violenta e grave" através de uma "resposta ágil" e "rápida" através de motociclos de "alta cilindrada", da marca BMW, explicou o comissário Marco Almeida.

"As equipas vão trabalhar por "turnos, todos os dias da semana e durante 24 horas por dia", adiantou Marco Almeida, referindo que o intuito da reorganização do dispositivo foi adaptar os recursos humanos e materiais na senda de uma estratégia de segurança pública nacional.

Os roubos por esticão ou os assaltos na via pública são alguns dos crimes a que as novas equipas de polícias 'motard' vão estar mais atentas, por implicar uma maior rapidez de atuação, explicou a mesma fonte policial.

As EPRI são "mais uma valência operacional" e vão atuar de "modo preventivo, complementar e em reforço da intervenção dos restantes meios e valências policiais", como por exemplo no "patrulhamento apeado e auto".

Segundo a PSP, as EPRI contribuirão de "forma significativa para garantir a segurança, ordem e tranquilidade públicas e de reforço de sentimento de segurança dos cidadãos".




Lusa

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