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Vitorino e Santana deixam fortes críticas às restrições na cobertura mediática eleitoral

Vitorino e Santana deixam fortes críticas às restrições na cobertura mediática eleitoral

António Vitorino e Pedro Santana Lopes criticaram o projeto lei que quer impor restrições à cobertura mediática da campanha para as próxias Legislativas. António Vitorino diz que é "impensável" condicionar a liberdade da comunicação social. Santana Lopes concorda e considera a proposta um erro político.

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    País

    Os três maiores partidos já chegaram a acordo sobre as novas regras para a cobertura das eleições. As propostas do PSD, CDS e PS impõem restrições à cobertura mediática. A ser aprovado este projeto, os órgãos de comunicação social teriam que submeter um "plano de cobertura jornalística do período eleitoral" à Comissão Nacional de Eleições e à Entidade Reguladora da Comunicação Social, sob pena de serem multados. Uma iniciativa inédita em democracia, como sublinha o diretor do Expresso, Ricardo Costa.

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    O ministro do Ambiente diz estar mais descansado depois de conhecer o relatório técnico que considera o armazém de resíduos nucleares em Almaraz uma solução adequada. Já as associações ambientalistas e os partidos criticam o parecer positivo à construção e querem ouvir os ministros do Ambiente e dos Negócios Estrangeiros no Parlamento.

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    Donald Trump tomou posse como 45º Presidente dos EUA dia 20 de janeiro de 2017, faz este sábado, 100 dias. Prometeu grandes mudanças, mas os planos acabaram por chocar de frente com a realidade e a burocracia de Washington, como foi o caso do Obamacare. Foi a primeira ordem executiva que assinou, no dia em que tomou posse, mas a revogação está longe de acontecer.