sicnot

Perfil

País

Prazo para abandonar casas na ilha do Farol da Ria Formosa termina hoje

Os proprietários de casas ilegais na ilha do Faro, uma das ilhas-barreira da Ria Formosa, têm até hoje para abandonarem as casas que constam no plano de demolições da Sociedade Polis Litoral Ria Formosa.

Arquivo

Arquivo

LU\303\215S FORRA

O presidente da Associação de moradores da Ilha do Farol de Santa Maria, Feliciano Júlio, disse à Lusa que, naquela zona, está prevista a demolição de 176 casas de primeira e segunda habitação.

O prazo para retirar pertences e abandonar as habitações termina hoje e a Sociedade Polis irá tomar posse administrativa de algumas casas a 27 de abril e de outras a 06 de maio.

A Associação de Moradores da Ilha do Farol de Santa Maria e o grupo "Os Ilhéus" está a preparar um cordão humano no próximo sábado, 25 de abril, pelas 12:30, com ponto de encontro no molho da ilha do Farol.

A iniciativa marca o protesto dos moradores e proprietários de habitações naquela ilha contra as demolições previstas pela Sociedade Polis Litoral Ria Formosa no âmbito de um programa de renaturalização das ilhas-barreira da Ria Formosa.

O processo de renaturalização da ria Formosa, lançado pelo Ministério do Ambiente, através do programa Polis, prevê a demolição de um total de 800 construções nos núcleos urbanos das ilhas-barreira.

Os trabalhos começaram em dezembro, no ilhote dos Ramalhetes e no ilhote de Cobra, e deverão prolongar-se até ao verão, segundo o calendário anunciado inicialmente pela sociedade Polis.

O Programa Polis Litoral da Ria Formosa é o instrumento financeiro para a execução do Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Vilamoura - Vila Real de Santo António, aprovado em 2005 e que deveria ter sido concluído em 2014, mas foi prolongado por mais um ano.



Lusa


  • "Lancei um tema que os portugueses há muito queriam discutir"
    11:26
  • Danos Colaterais 
    18:55
    Reportagem Especial

    Reportagem Especial

    Jornal da Noite

    Nos últimos oito anos a banca perdeu 12 mil profissionais. A dimensão de despedimentos no setor é a segunda maior da economia portuguesa, só ultrapassada pela construção civil. A etapa mais complexa da história começou em 2008, com a nacionalização do BPN. Desde então, as saídas têm sido a regra. A reportagem especial desta terça-feira, "Danos Colaterais", dá voz aos despedidos da banca.

  • Trump acusa o procurador-geral dos EUA de ser fraco
    1:46