sicnot

Perfil

País

Advogado diz que Duarte Lima não precisa de comparecer no Brasil para julgamento

O advogado brasileiro de Duarte Lima disse esta terça-feira que o ex-deputado do PSD não precisa de comparecer no julgamento com júri pelo homícidio de Rosalina Ribeiro, que vai decorrer no Brasil.

(Arquivo)

(Arquivo)

Lusa

"Pode haver julgamento sem a presença dele", afirmou à agência Lusa João Ribeiro Filho, esclarecendo que "quando [um arguido] está representado pelo advogado não precisa de comparecer" em tribunal.

O advogado falava a propósito da decisão do juiz do tribunal de Saquarema de levar Duarte Lima a julgamento em tribunal de júri pelo homicídio de Rosalina Ribeiro, companheira do milionário português Lúcio Tomé Feteira.

"Não é [um julgamento] à revelia. Temos (no Brasil) julgamentos sem a presença do acusado. Ele pode responder ao processo todo e no dia do julgamento não precisa de comparecer", adiantou.

João Ribeiro Silva disse que ainda não foi notificado pelo juiz da decisão de haver um julgamento com  júri, pedido feito pela defesa nas alegações finais. 

"Fico muito satisfeito, porque foi o que nós pedimos. O juiz acolheu o nosso pedido para levar a júri e para terminar esse processo", sublinhou, manifestando-se convicto de que Duarte Lima será absolvido do crime de homicídio. 

A decisão de levar o ex-deputado do PSD a julgamento foi tomada pelo juiz de instrução Ricardo Pinheiro Machado, da segunda vara do Tribunal de Saquarema, no estado do Rio de Janeiro.

Duarte Lima está acusado pelo homicídio de Rosalina Ribeiro, morta em dezembro de 2009, em Saquarema, nos arredores de Rio de Janeiro.

O antigo líder parlamentar do PSD era o advogado de Rosalina Ribeiro num processo na Justiça brasileira com a filha do milionário português Lúcio Tomé Feteira, falecido em 2000, relacionado com a herança milionária.
Lusa
  • Seca contribui para a redução de nutrientes no mar e está a afetar a pesca
    2:11
  • Francisco George toma posse como presidente da Cruz Vermelha Portuguesa

    País

    O ex-diretor-geral da Saúde, Francisco George toma hoje posse como presidente da Cruz Vermelha Portuguesa. Em entrevista à Lusa, manifestou a intenção de criar uma unidade para abastecimento de água potável e redução dos problemas de saneamento em catástrofes como os incêndios deste verão. Além disso, em nome da transparência, vai tornar públicas as contas do organização, incluindo os donativos.

  • Comprar um carro em segunda mão sem ser enganado 
    8:44