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Médica suspeita de tentativa de assalto a ourivesaria conhece hoje a sentença

Uma médica suspeita de ter tentado assaltar em 2011 uma ourivesaria no Centro Comercial Roma, em Lisboa, com recurso a gás pimenta, conhece hoje a sentença, depois de, nas alegações finais, o Ministério Público ter pedido pena suspensa.

© Aly Song / Reuters

A arguida, uma médica legista, hoje com 51 anos, está acusada de um crime de roubo agravado na forma tentada, de um crime de detenção de arma proibida e de uma contraordenação.

Segundo o despacho de acusação do Ministério Público (MP), a mulher entrou na ourivesaria na tarde de 26 de dezembro e, depois de atirar gás pimenta para a cara da funcionária, tentou fugir com várias joias, no valor total de 7.200 euros, que tinham sido colocadas em cima do balcão.

A arguida foi imobilizada pela funcionária e por um segurança que se encontrava no exterior do estabelecimento comercial e entregue às autoridades, que lhe apreenderam uma réplica de uma arma de fogo que trazia na mala.

Esta é a segunda vez que a médica começa a ser julgada por este crime. A primeira vez tinha sido em 2013, mas a arguida alegou problemas psiquiátricos, tendo na ocasião a juíza, em concordância com o MP e com o advogado de defesa, determinado a interrupção do julgamento até à conclusão do relatório pericial.

Nas alegações finais, que decorreram há duas semanas e nas quais a arguida esteve ausente, o MP pediu a condenação, embora com pena suspensa, por ter considerado que ficou provada a prática do crime de que foi acusada e alegando as conclusões da perícia psiquiátrica que foi feita à médica.

Por seu turno, o advogado da arguida, João Martins Leitão, considerou que as acusações não ficaram totalmente provadas e defendeu que, ao invés de um crime de roubo agravado na forma tentada, a sua arguida deveria ser julgada por "ofensas à integridade física".

A leitura da sentença está marcada para as 14:00 no Campus da Justiça, em Lisboa.

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