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Media privados insistem que nem todas as candidaturas podem ter o mesmo tratamento

Media privados insistem que nem todas as candidaturas podem ter o mesmo tratamento

A plataforma de meios privados insiste na ideia de que exigir o tratamento de todas as candidaturas eleitorais da mesma forma não faz sentido. A proposta da maioria parlamentar continua em discussão. Os socialistas admitem contribuir mais tarde, lamentando a forma como decorreram as conclusões do grupo de trabalho que juntou PS, PSD e CDS.

  • PSD e CDS esperam contributo do PS na proposta para a cobertura das eleições
    1:08

    País

    O PSD e o CDS confirmam que não vai haver qualquer visto prévio na cobertura jornalística das eleições e esperam ter contributos do PS na proposta que vão apresentar. No final de uma reunião, no Parlamento, Francisco Pinto Balsemão disse estar satisfeito e que as preocupações dos órgãos de comunicação social foram ouvidas pelos partidos da maioria.

  • PS empenhado em acordo quanto a uma nova lei de cobertura de campanhas
    0:52

    País

    O líder parlamentar do PS diz que a atual lei que regula a cobertura mediática das campanhas eleitorais está obsoleta e que o partido está empenhado em que haja um acordo quanto a uma nova lei. Ferro Rodrigues garante que o PS vai contribuir com propostas para a nova legislação e admite que a experiência do grupo de trabalho com os partidos da maioria não correu bem.

  • Medias Privados dizem que PS garantiu empenho sobre nova lei de cobertura de campanhas
    0:47

    País

    O grupo que representa a Plataforma de Media Privados encontrou-se hoje com alguns deputados do Partido Socialista para discutir a nova lei de cobertura mediática das campanhas eleitorais. À saída, o dirigente da Plataforma, Luis Nazaré, revelou que recebeu por parte do PS a garantia de que o partido tudo irá fazer para que haja uma nova legislação sobre a matéria.

  • Órgãos de Comunicação defendem que regras da cobertura eleitoral ameaçam liberdade editorial
    2:27

    País

    As propostas do PSD e do CDS para alterar a lei de cobertura jornalística das eleições, que a SIC divulgou esta quinta-feira, foram muito mal recebidas pelos órgãos de comunicação social. Num comunicado divulgado esta sexta-feira, ao final da tarde, um grupo de 20 diretores de informação diz que as regras que os partidos da maioria propõem continuam a ameaçar a liberdade editorial.

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18
  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.