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Procuradoria Geral da República pressiona tribunais a registarem ADN de condenados

A procuradoria geral da República vai pressionar os tribunais a registarem o ADN de criminosos condenados a mais de três de anos de prisão. Joana Marques Vidal vai emitir uma ordem interna para fazer aumentar a base de dados. É que desde 2010, foram inseridos no sistema apenas 800 registos por ano em vez dos 6 mil previstos. Os números são ainda piores se falarmos de amostras de ADN, como vestígios de sémen ou de sangue. Destas, apenas foi registada uma média de 10 por ano. O sistema informático que reúne estas informações permite um cruzamento de informações mais rápido e é fundamental para resolver casos de abusos sexuais ou assaltos. Processos mais complicados porque não existem outros elementos, além do ADN, que permitam a identificação dos suspeitos. O registo de ADN está no entanto dependente de um despacho do juiz, depois da decisão de condenação ter transitado em julgado.

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