sicnot

Perfil

País

Direito do Consumo exige maior fiscalização na promoção de bebidas alcoólicas

A Associação Portuguesa de Direito do Consumo (APDC) exige maior fiscalização na promoção de bebidas alcoólicas na comunicação social, cujo tema vai ser debatido em Gaia, no dia 29, numa conferência internacional."As infrações sucedem-se e as televisões dão pontapés à lei sem controlo, ao promover bebidas alcoólicas a qualquer hora do dia", denuncia o presidente da associação Mário Frota, aludindo às referências a marcas de cerveja ou de vinho em vários programas televisivos.A APDC recorda que, segundo o Código da Publicidade, é expressamente proibida a promoção a bebidas alcoólicas na televisão e na rádio, entre as 07:00 e as 22:30.Para Mário Frota, "estas transgressões são muito graves e a Direção-Geral do Consumidor tem de estar mais atenta, bem como a Entidade Reguladora da Comunicação Social, no que se prende com a proteção dos menores"."As restrições à venda são sempre muito pouco eficazes, tanto na Chicago de Al Capone como nos dias de hoje. A proteção aos mais jovens tem de começar na proibição dos apelos ao consumo no espaço público, ou seja, na publicidade", sublinhou.O presidente da APDC considera que as recentes alterações à Lei do Álcool são "manifestamente insuficientes" para travar o acesso dos mais jovens e que falta também fiscalização à promoção publicitária das bebidas.A conferência internacional "Bebidas Alcoólicas & Meios de Comunicação Social", a realizar no dia 29, no auditório da Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Instituto Politécnico do Porto, em Vila Nova de Gaia, a partir das 09:00, será presidida por Mário Frota.A iniciativa, organizada pela APDC, junta especialistas nacionais e internacionais para analisar estratégias para a prevenção do consumo de álcool e abordar as políticas adotadas na União Europeia.Entre os conferencistas estão o conselheiro do Comité Económico e Social Europeu, Jorge Pegado Liz, e do presidente da Entidade Reguladora da Comunicação Social, Carlos Magno.

© Ilya Naymushin / Reuters

A Associação Portuguesa de Direito do Consumo (APDC) exige maior fiscalização na promoção de bebidas alcoólicas na comunicação social, cujo tema vai ser debatido em Gaia, no dia 29, numa conferência internacional.

"As infrações sucedem-se e as televisões dão pontapés à lei sem controlo, ao promover bebidas alcoólicas a qualquer hora do dia", denuncia o presidente da associação Mário Frota, aludindo às referências a marcas de cerveja ou de vinho em vários programas televisivos.

A APDC recorda que, segundo o Código da Publicidade, é expressamente proibida a promoção a bebidas alcoólicas na televisão e na rádio, entre as 07:00 e as 22:30.

Para Mário Frota, "estas transgressões são muito graves e a Direção-Geral do Consumidor tem de estar mais atenta, bem como a Entidade Reguladora da Comunicação Social, no que se prende com a proteção dos menores".

"As restrições à venda são sempre muito pouco eficazes, tanto na Chicago de Al Capone como nos dias de hoje. A proteção aos mais jovens tem de começar na proibição dos apelos ao consumo no espaço público, ou seja, na publicidade", sublinhou.

O presidente da APDC considera que as recentes alterações à Lei do Álcool são "manifestamente insuficientes" para travar o acesso dos mais jovens e que falta também fiscalização à promoção publicitária das bebidas.

A conferência internacional "Bebidas Alcoólicas & Meios de Comunicação Social", a realizar no dia 29, no auditório da Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Instituto Politécnico do Porto, em Vila Nova de Gaia, a partir das 09:00, será presidida por Mário Frota.

A iniciativa, organizada pela APDC, junta especialistas nacionais e internacionais para analisar estratégias para a prevenção do consumo de álcool e abordar as políticas adotadas na União Europeia.

Entre os conferencistas estão o conselheiro do Comité Económico e Social Europeu, Jorge Pegado Liz, e do presidente da Entidade Reguladora da Comunicação Social, Carlos Magno.



  • Como não perder Barack e Michelle Obama nas redes sociais

    Mundo

    Sair da Casa Branca implica mais que reunir objetos físicos: é preciso guardar também os tweets, os posts e todo o conteúdo digital produzido nos últimos oito anos pelo Presidente dos EUA e pela primeira-dama. A equipa de Barack Obama já preparou tudo para que nada se perca do seu legado digital.

  • Portugueses querem contratar Obama

    Mundo

    Contratar Barack Obama. Pode parecer uma tarefa impossível, mas para a startup portuguesa Swonkie a única resposta a este desafio é "Yes We Can", mote da campanha presidencial de Obama de há nove anos.

  • Artista que criou poster de Obama quer invadir EUA com símbolos de esperança

    Mundo

    Shepard Fairey - o artista por trás do tão conhecido cartaz vermelho e azul "Hope" de Barack Obama, durante a campanha eleitoral de 2008 nos EUA - produziu uma série de novas imagens a tempo da tomada de posse de Donald Trump, na sexta-feira. Agora, o artista e a sua equipa querem manifestar uma posição política com a campanha "We The People", contra as ideias que o Presidente eleito tem defendido.