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Passos e Portas na apresentação das "linhas orientadoras" do programa PSD/CDS

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, e o presidente do CDS-PP, Paulo Portas, participam hoje na apresentação das "linhas orientadoras" do programa eleitoral da coligação às eleições legislativas, documento que deverá ser divulgado no final de junho.

Lusa

De acordo com uma nota emitida pelos gabinetes de imprensa de PSD e CDS-PP, as linhas orientadoras do programa da coligação serão apresentadas às 19:30, num hotel em Lisboa, pelo vice-presidente do PSD José Matos Correia e pela vice-presidente do CDS-PP Assunção Cristas, na presença dos líderes dos dois partidos.

A apresentação destas linhas orientadoras do futuro programa de PSD e CDS-PP acontecerá dois dias antes de o PS iniciar em Lisboa a Convenção em que irá aprovar definitivamente o seu programa eleitoral.

No acordo de coligação, PSD e CDS-PP prometeram um programa realista e reformador, pressupondo que se "preserva a autonomia" de cada partido e destacando-se a experiência governativa e "cultura de compromisso" de ambos.

O acordo foi assinado no dia 16 de maio, assinalando o primeiro ano depois da saída da 'troika', e na escolha do local a coligação procurou também o simbolismo: Guimarães, a cidade que é associada ao chamado 'berço' da nacionalidade portuguesa.

O anúncio de Passos Coelho e Paulo Portas de que proporiam aos respetivos partidos concorrem juntos às legislativas foi feito no dia 25 de Abril, de surpresa, sem que nenhum órgão de comunicação social o tivesse antecipado.

Após a aprovação pelos Conselhos Nacionais dos dois partidos, e em simultâneo no dia 30 de abril, dirigentes e estruturas do partido têm vindo a marcar mediaticamente o trabalho conjunto para as próximas eleições.

O último desses momentos foi há uma semana, com uma reunião na sede do CDS, em Lisboa, entre distritais, diretores de campanha e líderes das juventudes partidárias, altura em que o vice-presidente e porta-voz do PSD Marco António Costa disse que a coligação apresentaria "brevemente" as bases programáticas, remetendo o programa eleitoral para o "final do mês de junho"
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