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Começam a existir sinais de entendimento para a nova lei da cobertura das eleições

Começam a existir sinais de entendimento para a nova lei da cobertura das eleições

Começam a existir sinais de entendimento entre os deputados da maioria e os representantes dos orgãos de comunicação social, para a nova lei da cobertura das eleições. O PSD já admite, por exemplo, consagrar a liberdade editorial sem restrições, antes do período da campanha.

  • Nova proposta do PS reconhece liberdade editorial na cobertura das campanhas eleitorais

    País

    O PS surpreende e apresenta um novo projeto legislativo que dá liberdade aos meios de comunicação social na cobertura jornalística das campanhas eleitorais, depois de recuar numa proposta polémica que ficou associada ao “visto prévio”. No outro lado da mesa, está uma proposta de lei do PSD-CDS que, apesar de ter uma nova redação, continuar a impor restrições à atividade dos meios de comunicação social, nos noticiários e nos debates, e multas que chegam a 30 mil euros por infração. Resta esperar para ver se, através de um ou do outro projeto (ou dos dois fundidos), a polémica lei de 1975 vai ser revogada a tempo de entrar em vigor nas próximas eleições.

  • Órgãos de Comunicação defendem que regras da cobertura eleitoral ameaçam liberdade editorial
    2:27

    País

    As propostas do PSD e do CDS para alterar a lei de cobertura jornalística das eleições, que a SIC divulgou esta quinta-feira, foram muito mal recebidas pelos órgãos de comunicação social. Num comunicado divulgado esta sexta-feira, ao final da tarde, um grupo de 20 diretores de informação diz que as regras que os partidos da maioria propõem continuam a ameaçar a liberdade editorial.

  • Projeto da maioria deixa cair obrigação de plano prévio na cobertura das eleições
    2:07

    País

    Já está a ser discutida a nova proposta do PSD e do CDS para a cobertura jornalística das eleições. A SIC sabe que, quer a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, quer a Comissão Nacional de Eleições já sabem qual é o teor da nova proposta feita pela maioria. Os dois partidos deixaram cair todas as matérias que causaram polémica. E esperam, agora, que se consiga chegar a um entendimento com o PS para que a nova lei seja aprovada rapidamente.

  • Lei da cobertura das campanhas eleitorais vai ser discutida no Parlamento
    0:15

    País

    Os dirigentes regionais do PSD e do CDS-PP estiveram reunidos esta noite para acertar detalhes sobre o acordo de coligação. A reunião dos presidentes das distritais serviu para preparar as eleições mas não para definir listas. No final, o vice-presidente do CDS, Nuno Magalhães, falou da lei da cobertura das campanhas eleitorais, para dizer que o assunto vai ser discutido no Parlamento.

  • Carlos César admite diálogo "mais fácil" com PSD de Rio
    1:36

    País

    O presidente e líder parlamentar do PSD diz que o partido não precisa de novos aliados, mas acredita que vai ser mais fácil dialogar com o PSD liderado por Rui Rio, Carlos César visitou esta segunda-feira as regiões afetadas pelos incêndios do ano passado, no primeiro dia das jornadas parlamentares dos socialistas.

  • Benfica é o único clube português na lista dos mais ricos
    1:34
  • Papa pede perdão a vítimas de abusos por ter usado expressão "menos feliz"
    1:21

    Mundo

    No final da visita à América Latina, já no avião de regresso a Roma, o Papa Francisco pediu desculpa às vítimas de abusos sexuais no Chile. O líder da Igreja católica considerou que utilzou uma expressão menos "feliz" quando saiu em defesa do bispo Juan Barros, exigindo "provas" a quem o acusa de não ter agido.

  • Os três pontos de Ronaldo
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  • Decifrado pergaminho encontrado há 50 anos

    Mundo

    Investigadores israelitas reconstituíram e decifraram um dos dois manuscritos de pergaminhos do Mar Morto que nunca tinham sido interpretados desde que foram descobertos há meio século, anunciou a universidade israelita de Haifa.

  • Refeição de 1.100 euros em Veneza

    Mundo

    O centro de Veneza oferece os mais variados restaurantes. Com menu obrigatório, sem menu, com taxas, sem taxas, sentando ou em pé. Depois há aqueles restaurantes que cobram 1.100 euros por cinco pratos acompanhados por água. O caso aconteceu com quatro turistas japoneses, que depois de pagarem a conta, apresentaram queixa às autoridades. O presidente da Câmara da cidade italiana já disse que ia investigar a situação e, caso se confirmasse, prometeu que iria castigar os responsáveis.

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