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Libertados suspeitos de fraude ao SNS que estavam em prisão preventiva

Foram libertados todos os arguidos detidos preventivamente no âmbito da operação Prescrição de Risco, à exceção do ex-proprietário da Farmácia de Santa Maria, que passa de prisão preventiva para domiciliária.

Quatro médicos, três delegados de informação médica e três farmacêuticos estão nesta altura a ser julgados, acusados de burlar o Estado através de receitas falsas de medicamentos que não eram levantados mas que o Estado comparticipava na totalidade.

O esquema fraudulento terá lesado o Estado em cerca de 3 milhões de euros entre 2011 e 2013. Segundo a acusação, os clínicos terão passado mais de cem mil receitas que eram falsamente aviadas por delegados de informação médica em duas farmácias. Um desses delegados é um dos principais arguidos do processo e em tribunal assumiu quase todos os crimes de que é acusado.

Em causa estão os crimes de burla qualificada, corrupção activa e falsificação de documentos.
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