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Médicos do IPO em greve por falta de descanso

Médicos do IPO em greve por falta de descanso

A greve dos médicos do IPO do Porto levou ao adiamento de mais de 40 cirurgias e de centenas de consultas. Os profissionais dizem que chegaram a um ponto de ruptura porque não têm direito a descanso depois de cumprida a urgência e que, por isso, estão comprometidos os cuidados prestados aos doentes oncológicos.

  • Os 41 anos do IPO do Porto
    6:48

    Edição da Manhã

    O Instituto Português de Oncologia do Porto está a assinalar 41 anos de existência. D8 gravou um videoclip de uma canção original que escreveu para o aniversário. Dr. Laranja Pontes, director do IPO do Porto, e D8 falam desse projecto comum, que incide em particular nas crianças e unidade de pediatria.

  • Suspeitas de corrupção no IPO e no Hospital do Barreiro
    1:30

    País

    O Ministério Público acusa quatro funcionarios do Insituto Português de Oncologia e do Hospital do Barreiro e um empresário espanhol do crime de corrupção. São acusados de prejudicar o Estado em 10 milhões de euros na compra de material para tratamentos oncólogicos.

  • Reportagem Especial dá a voz aos despedidos da banca
    1:18
  • CEMGFA admite que várias armas roubadas estão em condições de ser usadas
    2:06

    Assalto em Tancos

    Afinal há várias armas roubadas em Tancos que estão em condições de ser utilizadas, sendo que apenas os lança-granadas-foguete estão obsoletos. Esta manhã, o general Pina Monteiro admitiu, no Parlamento, que a declaração que fez há duas semanas pode ter induzido em erro a opinião pública. O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) diz, ainda, que se houvesse indícios sobre colaboração do Exército neste caso, os suspeitos estariam presos.

  • Pais de Charlie Gard querem que o bebé morra em casa

    Mundo

    Depois de terem renunciado à batalha judicial para manterem o filho com vida, os pais do bebé britânico Charlie Gard desejam agora levar a criança para morrer em casa. O desejo foi revelado pelo advogado de Chris Gard e Connie Yates, numa audiência esta tarde, no Supremo Tribunal de Londres. Contudo, o hospital responsável pelo caso admite que os cuidados a Charlie não podem ser feitos em casa.