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Média Privados lamentam que lei das campanhas eleitorais não corresponda ao esperado

Média Privados lamentam que lei das campanhas eleitorais não corresponda ao esperado

A Plataforma de Média Privados admite que a lei de cobertura das campanhas eleitorais não é a ideal, mas reconhece que a maioria parlamentar fez um esforço na elaboração do diploma. A plataforma considera que a legislação aprovada na sexta-feira permite uma cobertura pacifica dos jornalistas - quer nas eleições legislativas, quer nas presidenciais.

  • Nova proposta do PS reconhece liberdade editorial na cobertura das campanhas eleitorais

    País

    O PS surpreende e apresenta um novo projeto legislativo que dá liberdade aos meios de comunicação social na cobertura jornalística das campanhas eleitorais, depois de recuar numa proposta polémica que ficou associada ao “visto prévio”. No outro lado da mesa, está uma proposta de lei do PSD-CDS que, apesar de ter uma nova redação, continuar a impor restrições à atividade dos meios de comunicação social, nos noticiários e nos debates, e multas que chegam a 30 mil euros por infração. Resta esperar para ver se, através de um ou do outro projeto (ou dos dois fundidos), a polémica lei de 1975 vai ser revogada a tempo de entrar em vigor nas próximas eleições.

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    António Guterres diz que vai trabalhar com Barack Obama e também com Donald Trump, na reforma das Nações Unidas. O futuro secretário-geral da ONU foi recebido por Obama, na Casa Branca, onde recebeu vários elogios do presidente norte-americano.

  • Mãe do guarda-redes da Chapecoense comove o Brasil
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  • Dezenas de mortos em bombardeamentos do Daesh em Mossul

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    Dezenas de civis, entre os quais várias crianças, morreram e outros ficaram feridos em ataques de morteiro efetuados pelo grupo extremista Daesh em Mossul, disse à agência Efe o vice-comandante das forças antiterroristas iraquianas.

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    Anas al-Basha, mais conhecido como o Palhaço de Alepo, morreu esta terça-feira durante um bombardeamento aéreo na zona dominada pelos rebeldes. O funcionário público mascarava-se de palhaço para ajudar a trazer algum conforto e alegria às crianças sírias, que vivem no meio de uma guerra civil.

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    Nie Shubin foi fuzilado em 1995, na altura com 20 anos, depois de ter sido condenado por violação e assassinato de uma mulher, na cidade de Shijiazhuang. Agora, a justiça chinesa vem dizer que, afinal, o jovem era inocente, uma vez que não foram encontradas provas suficientes para o condenar.