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Fase mais crítica de incêndios começa hoje com menos 4 Kamov do que previsto

A época crítica em incêndios florestais começa hoje com um reforço dos meios de combate, mas com menos quatro helicópteros pesados do que inicialmente previsto.

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Lusa (Arquivo)

Durante a fase "Charlie" de combate a incêndios florestais, que se prolonga até 30 de setembro, vão estar operacionais 2.234 equipas das diferentes forças envolvidas, 9.721 operacionais e 2.050 veículos, além dos 236 postos de vigia da responsabilidade da GNR, segundo o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF).

O DECIF estabelece também 49 meios aéreos, mas a fase crítica em fogos arranca com 45, não contando o dispositivo com os quatro helicópteros Kamov da frota do Estado que estão inoperacionais.

Dos cinco Kamov previstos para integrar o DECIF deste ano, apenas um está operacional, contando a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) reparar duas das aeronaves durante o mês de julho, mas não garante a entrada das outras duas no dispositivo deste ano.

Sobre o início da fase "Charlie", o comandante operacional nacional, José Manuel Moura, afirmou que não se regista "qualquer constrangimento" ao nível do dispositivo terrestre, existindo "o constrangimento ao nível dos meios aéreos pesados, que tem a ver com os quatro kamov".

O dispositivo de combates a incêndios florestais, orçado este ano em cerca de 80 milhões de euros, é idêntico ao de 2014, sendo reforçado com 17 equipas nos corpos de bombeiros.

O último relatório provisório do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) indica que a área ardida e o número de fogos mais do que duplicaram este ano em relação a 2014.

Segundo o ICNF, registaram-se, entre 01 de janeiro e 15 de junho, 6.113 ocorrências de fogo, mais 3.578 do que no mesmo período de 2014. 

O relatório adianta que os 6.113 incêndios resultaram em 14.971 hectares de área ardida, mais 9.446 do que no mesmo período de 2014, quando as chamas consumiram 5.525 hectares.

A ANPC indicou, na terça-feira, que durante a fase "Bravo" de combate a incêndios florestais, que decorreu entre 15 de maio e 30 de junho, ocorreram 3.355 ocorrências de fogo, o maior número dos últimos 12 anos.

 

Lusa

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