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PSD cola previsões falhadas da oposição à situação da Grécia

O líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, defendeu hoje que os partidos da oposição também estão em julgamento no debate do "Estado da Nação" ao terem "falhado redondamente" as suas previsões, que colocariam Portugal como a Grécia.

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"Nestes anos houve em Portugal quem tivesse dito que as metas a que nos propusemos não iam ser alcançadas e que, por isso, devíamos ter pedido mais tempo e mais dinheiro", começou por afirmar Montenegro.

No parlamento, Montenegro argumentou que "esses foram os mesmos que quiseram dizer ao país que ia ter necessidade de ter um segundo resgate, que a economia iria entrar numa espiral recessiva". 

"Esses também estão em julgamento hoje, porque o 'Estado da Nação' é o estado do país, dos portugueses, e é a avaliação daquilo que faz o Governo, os partidos da maioria e também os partidos da oposição. E os partidos da oposição falharam e falharam redondamente todas as suas profecias para Portugal", acusou.

"Acaso não tivessem falhado, talvez nós tivéssemos hoje em Portugal os bancos fechados, talvez em Portugal tivéssemos hoje as pessoas em fila no multibanco para acederem às suas poupanças, acaso não tivessem falhado, se calhar os pensionistas portugueses teriam dúvidas se iriam receber suas pensões, mas essa realidade não é a realidade portuguesa", acrescentou.

No debate do "Estado da Nação", Luís Montenegro disse que a oposição falhou porque "a realidade portuguesa é bem diferente".

O líder parlamentar do PSD acusou ainda o maior partido da oposição de falar de pobreza sem reconhecer que "a mãe e o pai da pobreza é o défice, a divida, o investimento público faraónico, é a despesa pública incontrolada".

"Hoje os portugueses podem encarar futuro com mais esperança, podem mesmo perspetivar que vão ultrapassar as principais dificuldades que sentem no dia-a-dia, porque o cresce de forma sã, há oportunidades de emprego", afirmou.

Lusa

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