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Passos lamenta recurso à ofensa após ser acusado pelo PS de mentir

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, lamentou esta quarta-feira o recurso à ofensa no debate político, depois de ser acusado por deputados do PS de mentir sobre a emigração, a dívida e as desigualdades.

Passos Coelho defendeu não ter "nenhum problema de interpretação com a realidade" e dirigindo-se aos que o chamaram mentiroso, acrescentou: "Eu tenho demonstrado ao longo da minha vida, e também nestes quatro anos que levo como primeiro-ministro, uma preocupação evidente de nunca precisar de ofender ninguém para responder politicamente a quem preciso de responder. Lamento que as senhoras e os senhores deputados não façam o mesmo".

Passos Coelho defendeu não ter "nenhum problema de interpretação com a realidade" e dirigindo-se aos que o chamaram mentiroso, acrescentou: "Eu tenho demonstrado ao longo da minha vida, e também nestes quatro anos que levo como primeiro-ministro, uma preocupação evidente de nunca precisar de ofender ninguém para responder politicamente a quem preciso de responder. Lamento que as senhoras e os senhores deputados não façam o mesmo".

Lusa

No debate do "Estado da Nação", no parlamento, o deputado do PS Pedro Delgado Alves afirmou que o primeiro-ministro "mente quando diz que não houve aumento da emigração, mente quando diz que não houve aumento da dívida, mente quando diz que não houve aumento das desigualdades". A deputada do PS Odete João reforçou esta acusação: "O senhor continua a mentir, e a realidade desmente-o".

Na resposta, Passos Coelho defendeu não ter "nenhum problema de interpretação com a realidade" e dirigindo-se aos que o chamaram mentiroso, acrescentou: "Eu tenho demonstrado ao longo da minha vida, e também nestes quatro anos que levo como primeiro-ministro, uma preocupação evidente de nunca precisar de ofender ninguém para responder politicamente a quem preciso de responder. Lamento que as senhoras e os senhores deputados não façam o mesmo".

Na sua intervenção, o socialista Pedro Delgado Alves alegou que as mentiras que apontou ao primeiro-ministro correspondem ao que "os portugueses dizem na rua", insistindo: "O senhor primeiro-ministro mente, mente cirurgicamente, mente com habilidade, mas não poderá continuar a mentir".

Lusa

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