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Candidato Paulo Freitas do Amaral quer reduzir para um terço despesas do Presidente

O candidato presidencial Paulo Freitas do Amaral referiu esta quinta-feira que, caso ganhe as eleições presidenciais do próximo ano, vai reduzir para um terço as despesas da Presidência da República, que, segundo a candidatura, custam 1,4 euros por cidadão.

A candidatura de Paulo Freitas do Amaral compromete-se, no caso de sair vencedora nas próximas Presidenciais de 2016, "em reduzir para um terço as despesas da Presidência da República através da redução dos cargos de nomeação politica, de gastos em remodelações, de festas e de outras mordomias supérfluas existentes atualmente". (Arquivo)

A candidatura de Paulo Freitas do Amaral compromete-se, no caso de sair vencedora nas próximas Presidenciais de 2016, "em reduzir para um terço as despesas da Presidência da República através da redução dos cargos de nomeação politica, de gastos em remodelações, de festas e de outras mordomias supérfluas existentes atualmente". (Arquivo)

A candidatura de Paulo Freitas do Amaral compromete-se, no caso de sair vencedora nas próximas Presidenciais de 2016, "em reduzir para um terço as despesas da Presidência da República através da redução dos cargos de nomeação politica, de gastos em remodelações, de festas e de outras mordomias supérfluas existentes atualmente", afirma em comunicado enviado à agência Lusa.

Paulo Freitas do Amaral sublinha também que "o orçamento anual da Presidência da República, no valor de 14 milhões de euros, é um atentado à dignidade dos portugueses que passam mais dificuldades".

"Se tivermos em conta que Portugal tem 10 milhões de portugueses, a Presidência da República estará a gastar 1,4 euros por cada cidadão, quando existem outros países como Inglaterra, em que a casa real inglesa gasta 0,93 euros por cada cidadão britânico, ou como em Espanha, onde a casa real despende ao Orçamento do Estado espanhol somente metade do orçamento da República Portuguesa", continua a nota.

Paulo Freitas do Amaral vincou ainda que "os chefes de Estado têm de ter a consciência da conjuntura em que estão a viver", e abdicar "de mordomias em prol de uma maior proximidade com as pessoas", apontando o exemplo do chefe de Estado do Vaticano, o papa Francisco.

"A democracia vivida desta forma simples e humilde, segundo princípios democratas-cristãos, é como ela deveria ser vivida por todos os políticos", concluiu o candidato.

Paulo Freitas de Amaral apresentou a sua candidatura à Presidência da República a 30 de maio em Guimarães.

Lusa

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