sicnot

Perfil

País

"Não estou numa postura do: é preciso ganhar custe o que custar"

Entrevista na íntegra

"Não estou numa postura do: é preciso ganhar custe o que custar"

Pedro Passos Coelho disse, esta noite, em entrevista exclusiva à SIC, que não quer uma vitória nas eleições legislativas a todo o custo. O primeiro-ministro sublinha que é preciso uma maioria estável e inequívoca na próxima legislatura, mas afirma que para ganhar as eleições não vale tudo. Durante a conversa com a jornalista Clara de Sousa, o chefe do Governo português prometeu devolver a sobretaxa e reduzir a carga fiscal dos portugueses nos próximos quatro anos. Quando foi confrontado sobre se não teria já sido possível ter aliviado a austeridade, Passos Coelho disse que o Executivo optou pela prudência. Sobre o programa de António Costa, considerou-o irrealista. Passos Coelho voltou ainda a desafiar o Partido Socialista para uma reforma da Segurança Social. E sobre as presidenciais só fala a partir de Outubro.

  • "É muito importante para Portugal que haja estabilidade política"
    3:18

    País

    Passos Coelho defende que das próximas legislativas deve resultar um "ganhador inequívoco", com maioria absoluta para governar, quer seja a maioria ou o PS. O primeiro-ministro frisa que não está garantida uma vitória dos socialistas nas eleições e apela ao voto útil na coligação, em nome da estabilidade do país.

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.