sicnot

Perfil

País

Fenprof acusa tutela de não dar resposta a problemas graves do 1.º ciclo

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) acusou hoje o Ministério da Educação e Ciência de não dar respostas aos "graves problemas" do 1.º ciclo, como "o excessivo número de horas" que as crianças passam nas escolas ou a pluridocência.

(Arquivo Reuters)

"Os professores e os sindicatos representados pela Fenprof estão muito preocupados com o que está a acontecer no 1.º ciclo e o Ministério da Educação não subscreve as nossas preocupações, refugiando-se muitas vezes na autonomia das escolas", criticou o dirigente da Fenprof, Manuel Micaelo, que hoje se reuniu com o secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, Fernando Egídio Reis.

Em causa para a federação sindical estão questões como o horário dos alunos, e também o dos professores, o aumento da carga letiva para os alunos com a introdução do inglês obrigatório no 3.º ano de escolaridade já a partir de 2015-2016 e a pluridocência num ciclo de ensino onde a regra é a monodocência, ou seja, onde um professor lecionada todas as matérias do 1.º ciclo.

A Fenprof referiu que, no caso da lecionação da disciplina de inglês no 1.º ciclo, a tutela não esclareceu hoje como vai ser resolvido o insuficiente número de professores colocados no novo grupo de recrutamento para dar aulas nesta disciplina, o grupo 120.

Das 1.471 vagas preenchidas no concurso externo (de vinculação, e no qual se fixaram este ano pela 1.ª vez professores ao grupo de inglês do 1.º ciclo) 37 dizem respeito a esse grupo de recrutamento, com os professores a entrarem em funções já em setembro, quando arranca o ensino de inglês para o 3.º ano de escolaridade.

Para este grupo de recrutamento, para o qual o MEC criou 93 vagas, 56 vagas de vinculação ficaram por preencher.

As 37 vagas ocupadas não serão suficientes para dar resposta às necessidades do inglês do 1.º ciclo, cabendo aos diretores escolares lançar nos concursos que se seguem os horários sem docentes colocados e para os quais os professores poderão ainda concorrer.

Lusa

  • Passos começou a fazer oposição

    Bernardo Ferrão

    É inegável a habilidade política de António Costa mas no caso da TSU e do acordo de Concertação Social só cai quem quer. A verdade dos factos é que o primeiro-ministro fechou um acordo sabendo que não o podia cumprir. E agora tenta desviar-nos o olhar para o PSD, como se fosse ele o culpado, quando o problema está na geringonça. Antes de atacar Passos, Costa devia resolver os problemas em casa com o PCP e BE.

    Bernardo Ferrão

  • PSD está a "perder terreno" na escolha de candidato a Lisboa
    1:46

    País

    Quem o diz é Luís Marques Mendes: o PSD perde na demora da escolha de um candidato para a Câmara de Lisboa. O líder Passos Coelho rejeita apoiar a candidatura de Assunção Cristas e garante que o partido vai ter um candidato próprio. Segundo o comentador da SIC, o último convite foi dirigido a José Eduardo Moniz.

  • Trump não escreve todos os tweets, mas dita-os

    Mundo

    O Presidente eleito dos EUA não escreve todos os tweets que são publicados na sua conta desta rede social, mas dita-os aos seus funcionários. Numa entrevista a um ex-secretário de Estado britânico, Donald Trump explica como usa a sua conta e garante que depois de ser investido Presidente, vai continuar a usar o Twitter para defender-se da "imprensa desonesta".

  • Depressão pode ser mais prejudicial para o coração do que a hipertensão

    Mundo

    Um estudo recente estabelece uma nova ligação entre depressão e distúrbios cardíacos. De acordo com a investigação publicada na revista Atheroscleroses, o risco de vir a sofrer de uma doença cardíaca grave é quase tão elevado para os homens que sofram de depressão, do que para os que tenham colesterol elevado ou obesidade, e pode mesmo ser maior do que para os que sofram de hipertensão.