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Sindicato de técnicos do INEM exige saber quando são repostos os meios fechados

O Sindicato dos Técnicos de Ambulância de Emergência (STAE) exige saber quando serão repostos os meios do INEM que foram fechados ou ficaram com horário reduzido, compromisso assumido pela tutela em julho e ainda não cumprido.

(SIC/ Arquivo)

Numa carta enviada ao Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde (SEAMS), o STAE recorda que suspendeu a greve ao trabalho suplementar com base nesse compromisso assumido há "mais de duas semanas".

Na mesma missiva, questiona "o porquê de até à presente data" não terem sido "restabelecidos ao seu habitual funcionamento" os meios fechados ou com horário reduzido.

No dia 24 de julho, o SEAMS foi informado de que os associados do STAE haviam decidido suspender a greve ao trabalho suplementar, devido à "disponibilidade" demonstrada pela tutela "em retomar o diálogo para discussão da Carreira Especial de Técnico de Emergência Pré-Hospitalar" e ao compromisso de "repor em funcionamento" os referidos meios do INEM.

"Assim sendo, interrogamos para quando a reposição do dispositivo habitual do INEM, com a reabertura dos meios fechados, a reposição dos horários e o fecho da SIV [Suporte Imediato de Vida] Lisboa", questiona o STAE.

O sindicato quer ainda saber se o secretário de Estado "se revê nestas políticas do INEM, com menos ambulâncias disponíveis, comprometendo o socorro dos portugueses, com os conhecidos atrasos de 30 ou mais minutos no seu acionamento, condicionando a prestação de cuidados de saúde em tempo útil no contexto da emergência médica".

Especificamente, o STAE refere o socorro às populações de Viseu, Covilhã, Aveiro e Lisboa e sublinha a falta de planeamento e antecipação das necessidades de socorro de regiões como o Algarve, que todos os anos nos meses de julho e agosto sofre um aumento de população.

A propósito, relembra que o conselho diretivo do INEM anunciou a execução de um reforço de meios, para fazer face a essa necessidade, "mas que, com o mês de agosto a decorrer, nada fez".

O STAE exige ainda saber concretamente o que é que a tutela defende para o INEM e para os seus profissionais.

Lusa

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