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Proteção Civil alerta para níveis elevado e muito elevado de risco de incêndio

A Autoridade Nacional de Proteção Civil alertou hoje para o risco de incêndio florestal em níveis "elevado" e "muito elevado", nos próximos dias, devido às previsões do tempo seco e vento moderado.

Em comunicado, a ANPC refere que "o risco de incêndio vai manter-se na generalidade do território, em níveis elevado e muito elevado".

Citando o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPAM), a Proteção Civil indica que, para os próximos dias, está previsto uma subida gradual da temperatura, com máximas no interior a rondar os 40 graus, no sábado, e mínimas acima dos 20 graus.

O IPMA prevê também que o vento seja moderado, devendo aumentar de intensidade no norte litoral e nas terras altas na sexta-feira, e a humidade vai manter-se inferior aos 20 por cento no interior e com tendência para agravar nos próximos dias.

Nesse sentido, a ANPC emitiu um aviso à população devido à previsão de tempo seco e vento moderado, com a permanência de condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios florestais.

No comunicado, a ANPC recorda que não é permitido, em todos os espaços florestais, realizar queimadas, fazer fogueiras, queimar matos cortados e amontoados, lançar foguetes ou balões e fumar ou fazer lume.

"Se efetuar trabalhos agrícolas e florestais, mantenha as máquinas e equipamentos limpos de óleos e poeiras, abasteça as máquinas a frio, em local com pouca vegetação, e tenha cuidado com possibilidade de ocorrência de faíscas, durante a sua utilização", alerta igualmente a ANPC.

A Proteção Civil recomenda ainda à população para que adeque os comportamentos e atitudes, face à situação de perigo de incêndio florestal, nomeadamente com a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, observando as proibições em vigor e tomando especial atenção à evolução do perigo de incêndio para os próximos dias.

Tendo em conta a presente situação meteorológica, a ANPC aconselha os grupos populacionais mais vulneráveis, como idosos e crianças, sem-abrigo e doentes do foro cardiorrespiratório, a tomarem as medidas de autoproteção devido ao calor.

Lusa

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