sicnot

Perfil

País

Maria de Belém diz que nada a impedirá de pensar para lá das legislativas

A ex-ministra da Saúde e ex-presidente do Partido Socialista Maria de Belém admitiu hoje que "nada" a impedirá de pensar para lá das legislativas, segundo um comunicado do movimento de apoio à sua candidatura à Presidência da República.

(Lusa/Arquivo)

(Lusa/Arquivo)

LUSA

"Nada me impedirá de pensar para lá das legislativas", afirmou Maria de Belém, citada num comunicado do movimento denominado Associação Cívica Portugal Melhor.

Seis elementos do movimento constituído por uma centena de cidadãos reuniram-se hoje com Maria de Belém para apelarem a que se candidate por considerarem que é "uma cidadã de exemplar vida cívica, de reconhecida e vasta experiência política, nacional e internacional, e de constante dedicação ao bem comum".

Maria de Belém, que não tornou ainda pública a sua decisão, tem sido dada como candidata a Belém nas eleições de 2016 pela imprensa nacional.

Os elementos do movimento referem que Maria de Belém ficou "muito sensibilizada" com o apelo.

"Sou uma cidadã preocupada com o meu país e com o mundo. Conheço muitos dos presentes e sei que todos temos o mesmo objetivo: fazer com que o nosso país seja melhor para todos", referiu a ex-presidente socialista, citada no comunicado e acrescentando: "sei que estamos a viver um momento especial, com eleições legislativas à porta, o que me tem levado a dizer que este é o momento das legislativas" mas "nada me impedirá de pensar para lá das legislativas".

O grupo que hoje se encontrou com Maria de Belém é constituído pelo médico Joshua Ruah; a farmacêutica e professora universitária Ana Paula Martins; a médica e professora universitária Maria do Céu Santo; o diretor comercial Paulo Marques; a técnica de 'marketing' Joana Santos e a assistente social Vânia Dias.

A sete meses do final do mandato do atual Presidente da República são já 11 os candidatos que anunciaram a intenção de entrar na corrida a Belém, estando cinco outros em reflexão.

Lusa

  • Autarca e duas jornalistas mortas a tiro na Finlândia 

    Mundo

    A presidente da Câmara de Imatra, na Finlândia, e duas jornalistas foram mortas a tiro na noite passada, na pequena cidade do sudeste do país. O incidente aconteceu junto a um restaurante e a polícia chegou ao local pouco depois dos disparos. Um suspeito de 23 anos já foi detido.

    Em desenvolvimento

  • Avião da Qatar Airways aterra de emergência nas Lages
    0:47

    País

    Aterrou de emergência nos Açores, esta manhã, um avião da Qatar Airways. A turbulência obrigou à manobra que causou pelo menos 10 feridos nos passageiro do avião que fazia ligação de Washington para Doha, capital do Qatar, e foi desviado para a base aérea das Lajes. Os passageiros desembarcaram, como registou no Twiiter um jornalista da Al-Jazzera que seguia a bordo. Segundo este depoimento, uma pessoa foi levada para o hospital com problemas cardíacos.

  • Passos elogia escolha de Paulo Macedo mas diz que não é suficiente
    1:47

    Caso CGD

    Pedro Passos Coelho diz que Paulo Macedo é competente para liderar os destinos da Caixa Geral de Depósitos, mas que a nomeação do antigo ministro não é suficiente para passar uma esponja sobre o assunto. Em Viseu, o líder do PSD não quis ainda avançar com um nome para a Câmara de Lisboa, depois de Santana Lopes afastar a hipótese de se candidatar.

  • O novo coala do zoo de Lisboa
    3:10

    País

    A SIC acompanhou em exclusivo a transferência de uma coala da Alemanha para o Zoo de Lisboa. O animal veio de avião e foi batizado pelos passageiros que seguiam a bordo. Ficou com o nome de Goolara. O coala é uma fêmea, com quase dois anos, e veio para aumentar a família da mesma espécie em Portugal.

  • Jovens do exército russo aderem ao Desafio do Manequim
    1:01

    Mundo

    Na Rússia, o grupo de jovens do exército também já aderiu ao famoso Mannequin Challenge. O vídeo foi divulgado pelo Ministério da Defesa russo. O objetivo é mostrar o dia-a-dia do chamado exército de jovens, cuja principal missão passa por sensibilizar os russos para a necessidade de cumprir o serviço militar obrigatório.