sicnot

Perfil

País

Novo concurso lançado para subconcessão de STCP e Metro do Porto

O Ministério da Economia confirmou hoje o novo lançamento do concurso de subconcessão da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto e da Metro do Porto, tendo já sido disponibilizada a informação aos potenciais interessados.

Fonte do Ministério da Economia não adiantou, por agora, mais pormenores sobre o concurso relançado.

No dia 14 deste mês, o Governo havia revelado que o consórcio espanhol TMB/Moventis não entregou a garantia bancária necessária para assumir a operação da STCP, o que fez cair a subconcessão daquela empresa e a da Metro do Porto, que seria por 10 anos.

Na altura, a mesma fonte acrescentou que "do ponto de vista do Governo, mantém-se em vigor a resolução do conselho de ministros que determinou que a empresa se abrisse à iniciativa privada para reduzir custos e fazer investimentos na frota".

No mesmo dia, o Ministério da Economia adiantou que "o incumprimento [pela empresa] não retira o intuito reformista de abrir as empresas aos privados", referindo já então que concurso seria relançado "a curto prazo" e que "o ideal seria ainda este mês".

A necessidade de lançar novo concurso decorria de um dos dois candidatos ao consórcio ter entregado a proposta fora do prazo, resultando num processo com apenas um pretendente que agora, pelo incumprimento, será afastado.

No dia seguinte, o coordenador do grupo de trabalho para os transportes na Área Metropolitana do Porto e autarca de Gondomar, Marco Martins (PS), criticou "os erros cometidos" no âmbito da subconcessão da Metro e STCP, desejando "concursos separados".

Para Marco Martins, este "concurso não tinha lógica na forma integrada [como foi lançado], juntando as duas concessões, não tinha lógica [por] degradar o serviço público como previa e não tinha lógica [por] ser feito à revelia dos autarcas".

Lusa

  • "Quem faz isto sabe estudar os dias e o vento para arder o máximo possível"
    4:15
  • O balanço trágico dos incêndios do fim de semana
    0:51

    País

    Mais de 500 mil hectares de área ardida, 42 vítimas mortais, 71 de feridos, dezenas de casas e empresas destruídas. É este o balanço de mais um fim de semana trágico para Portugal a nível de incêndios florestais.

  • 2017: o ano em que mais território português ardeu
    1:41

    País

    Desde janeiro, houve mais área ardida do que em qualquer outro ano na história registada de incêndios florestais. Segundo dados provisórios do Sistema Europeu de Informação sobre Fogos Florestais, mais de 519 mil hectares foram consumidos pelas chamas até 17 de outubro, o que representa quase 6% de toda a área de Portugal. 

  • "Viverei com o peso na consciência até ao último dia"
    3:00
  • O que resta de Tondela depois dos incêndios
    1:07

    País

    O concelho de Tondela é agora um mar de cinzas, imagens recolhidas pela SIC com um drone mostram bem a dimensão do que foi destruído pelos incêndios. Perto 100 habitações principais ou secundárias, barracões, oficinas e stands arderam. 

  • Moradores reuniram esforços para salvar idosos das chamas em Pardieiros
    2:50

    País

    O incêndio de domingo em Nelas fez uma vítima mortal: um homem de 50 anos, de Caldas da Felgueira, que regressava de uma aldeia vizinha, onde tinha ido ajudar a combater as chamas. Em Pardieiros, no concelho de Carregal do Sal, várias casas arderam e uma jovem sofreu queimaduras ao fugir do incêndio. Durante o incêndio, pessoas reuniram esforços para salvar a povoação.

  • A fotografia que está a correr (e a impressionar) o Mundo

    Mundo

    A fotografia de uma cadela a carregar, na boca, o cadáver calcinado da cria está a comover o mundo. Entre as muitas fotografias que mostram o cenário causado pelos incêndios que devastaram a Galiza nos últimos dias, esta está a causar especial impacto. O registo é do fotógrafo Salvador Sas, da agência EFE. A imagem pode impressionar os mais sensíveis.

  • As lágrimas do primeiro-ministro do Canadá

    Mundo

    O primeiro-ministro da Canadá, Justin Trudeau, emocionou-se esta quarta-feira ao falar de um artista que morreu depois de perder uma luta contra o cancro. Gord Downie, vocalista da banda de rock canadiana "The Tragically Hip", faleceu esta terça-feira, aos 53 anos, vítima de um tumor cerebral.