sicnot

Perfil

País

Curso de Medicina ficou com duas vagas por preencher

Ao fim de três fases de colocação no Ensino Superior sobraram este ano duas vagas em Medicina, o curso em que é mais difícil de entrar em Portugal, devido à elevada média de candidatura.

© Marcelo del Pozo / Reuters

De acordo com os dados divulgados hoje pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), uma vaga no curso de Medicina na Universidade Lisboa e outra na Universidade Nova de Lisboa, levadas a concurso na 3.ª fase, ficaram por preencher.

As vagas em questão são de recolocação, ou seja, lugares que ficaram disponíveis depois de os estudantes que as ocupavam se terem candidatado e conseguido, uma nova colocação na 3.ª fase, ou seja, por terem conseguido mudar de curso.

Em Medicina houve apenas um colocado na 3.ª fase, no curso da Universidade do Minho, com uma nota de entrada de 18,65 valores, a média mais alta da última fase do concurso nacional.

Gestão, na Faculdade de Economia da Universidade do Porto; Pintura, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Engenharia Biomédica, no Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa, e o curso preparatório para o mestrado integrado em Medicina da Universidade dos Açores foram os únicos que registaram entradas na 3.ª fase com notas médias superiores a 18 valores.

Oito licenciaturas, em universidades e politécnicos, registaram notas de entrada entre os 9,5 e 9,9 valores, consideradas positivas por arredondamento.

Dos mais de mil cursos, 373 deixaram vagas por preencher. Entre esses 187 não tiveram qualquer candidato.

Dos 4.355 candidatos a um lugar na 3.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, 1.629 estudantes conseguiram uma colocação nas universidades e politécnicos públicos, que contam este ano com quase 45 mil novos alunos.

Lusa

  • Fuga de Vale de Judeus em junho de 1975 no Perdidos e Achados
    0:36

    Perdidos e Achados

    Prisão Vale de Judeus, final de tarde de domingo, dia 29 de junho de 1975. O plano da fuga terá sido desenhado por uma vintena de homens. Serrada a presiana metálica era preciso passar, para fora do edifício, as cabeceiras dos beliches onde os presos dormiam. Ao longo de cerca de uma hora 89 detidos, agentes da PIDE/DGS, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado português extinta depois da revolução de 1974, fogem do estabelecimento prisional.

    Segunda-feira no Jornal da Noite