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Empresa de salvação marítima remove destroços do naufrágio na Figueira da Foz

A empresa de salvação marítima contratada pelo armador do arrastão que naufragou na semana passada à entrada do porto da Figueira da Foz, removeu esta quarta-feira os destroços que permaneciam no fundo do rio, disse fonte da capitania.

No arrastão Olívia Ribau seguiam sete pescadores: dois foram resgatados com vida por uma moto de água da Polícia Marítima e cinco morreram.

No arrastão Olívia Ribau seguiam sete pescadores: dois foram resgatados com vida por uma moto de água da Polícia Marítima e cinco morreram.

PAULO NOVAIS / Lusa

"A empresa removeu com sucesso os perigos que se encontravam no fundo do rio, no eixo da barra, e rebocou-os para a praia do Cabedelinho", junto ao molhe sul do Mondego, disse à agência Lusa o comandante do porto, Paulo Inácio.

Entre os objetos que estavam submersos e foram removidos está o pórtico da ré da embarcação naufragada - que se mantém afundada no Mondego e, previsivelmente, assente no fundo, já que deixou de ser visível - um tambor com redes e outras redes "umas que estavam assentes no fundo enroladas no pórtico e outras a flutuar a cerca de dois metros do fundo", explicou.

"O fundo do rio está limpo, já não existe nada que constitua perigo para a navegação", afirmou Paulo Inácio.

Os objetos recuperados irão ser tirados da praia com recurso a uma máquina retroescavadora e um camião que se encontram no molhe interior sul do rio, constatou a Lusa no local.

O comandante do porto adiantou que a brigada do Instituto Hidrográfico da Marinha (que opera o sonar lateral instalado numa embarcação dos pilotos da barra) voltou a fazer um varrimento do rio, após a operação, hoje à tarde, dos mergulhadores da empresa AmoraSub e confirmou que não existem objetos submersos no Mondego.

O arrastão Olívia Ribau, que nos dias após o naufrágio de 6 de outubro foi retirado do canal de navegação e removido mais para o interior do Mondego, mantém-se no local, em área de administração portuária e, nos próximos dias, deverá será alvo de operações de remoção para a zona da praia do Cabedelinho e posterior desmantelamento.

Paulo Inácio frisou que os mergulhadores da empresa irão fazer uma avaliação das condições em que se encontra o arrastão "mas tudo indica que esteja assente no fundo do rio", frisou.

Com a remoção das redes e do pórtico do navio, a barra da Figueira da Foz foi reaberta, sem restrições a toda a navegação - hoje esteve fechada durante seis horas, uma hora antes e meia hora depois de cada preia-mar e baixa-mar para a operação de mergulho ser efetuada sem problemas - excetuando uma faixa de segurança com 60 metros em redor do Olívia Ribau, que se mantém.

No arrastão Olívia Ribau seguiam sete pescadores: dois foram resgatados com vida por uma moto de água da Polícia Marítima e cinco morreram.

Lusa

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