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Prova de avaliação dos professores contratados declarada inconstitucional, garante Fenprof

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) anunciou hoje ter recebido do Tribunal Constitucional a declaração de inconstitucionalidade da prova de avaliação dos professores contratados, agendada para 18 de dezembro.

Nos últimos três dias, milhares de professores responderam à pergunta "Concorda com a municipalização da Educação?" lançada pela Plataforma Sindical de Professores que colocou 2197 mesas de voto nas escolas, entre 2 e 4 de junho. (Arquivo)

Nos últimos três dias, milhares de professores responderam à pergunta "Concorda com a municipalização da Educação?" lançada pela Plataforma Sindical de Professores que colocou 2197 mesas de voto nas escolas, entre 2 e 4 de junho. (Arquivo)

Lusa

A estrutura sindical afirma que a declaração consta num acórdão do Tribunal Constitucional cujos termos divulgará esta tarde, em Coimbra.

A federação anunciou também, em comunicado, que serão reveladas na ocasião as consequências e medidas a tomar para que "nenhum professor possa ser prejudicado", num processo que os sindicatos afetos à FENPROF sempre consideraram ilegal.

O provedor de justiça já tinha emitido posição sobre esta prova, no sentido de alertar o Ministério da Educação e Ciência (MEC) para o impedimento ao emprego na administração pública que este exame constitui.

O MEC, por seu lado, defendeu a legitimidade da prova com a necessidade de recrutar os melhores professores para as escolas públicas.

A prova tem uma periodicidade anual e aplica-se aos professores com menos de cinco anos de serviço.

A Lusa contactou o MEC para saber se recebeu também o acórdão do TC e que posição tem sobre a matéria, mas ainda não obteve resposta.

Esta semana foi publicado em Diário da República o agendamento e custos da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades dos Professores (PACC), cuja componente comum se realiza no dia 18 de dezembro.

Lusa

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