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Presidente do BCP quer estabilidade política "quer seja mais à direita ou mais à esquerda"

O presidente do BCP, Nuno Amado, afirmou esta segunda-feira que a "estabilidade política e o cumprimento dos compromissos" são essenciais para um futuro governo, "quer seja mais à direita ou mais à esquerda".

O presidente do BCP, Nuno Amado.

O presidente do BCP, Nuno Amado.

MIGUEL A. LOPES / Lusa

"Havendo estabilidade política a prazo, havendo um compromisso importante com as entidades que nos acompanham e havendo uma situação de confiança em que os investidores possam continuar as suas perspetivas de investimento, a política pode ser mais acima ou mais a baixo, mais à direita ou mais à esquerda, penso que virá alguma bonança", afirmou Nuno Amado aos jornalistas na apresentação de resultados do terceiro trimestre do banco.

O resultado líquido do BCP atingiu 264,5 milhões de euros entre janeiro e setembro, um valor que compara com o prejuízo de 109,5 milhões de euros apurado no período homólogo de 2014, revelou hoje o banco.

"Continuámos uma recuperação sustentada do resultado 'core', isto é, sem extraordinários, sendo de salientar o contributo positivo da atividade em Portugal, algo que já não acontecia há vários anos", salientou o presidente do BCP.

"São resultados muito interessantes. Estamos a ter trimestre a trimestre uma recuperação clara dos resultados do banco", assinalou Nuno Amado, acrescentando que, ainda assim, "o ambiente continua muito difícil e complexo".

Lusa