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Partido Livre acredita em acordo de esquerda "forte o suficiente para garantir mandato duradouro"

O partido Livre acredita que o ainda desconhecido acordo entre as forças de esquerda para um novo governo será "forte o suficiente para garantir um mandato duradouro", mostrando-se disponível para ajudar os partidos.

O líder do partido Livre/Tempo de vançar, Rui Tavares (em pé, à direita).

O líder do partido Livre/Tempo de vançar, Rui Tavares (em pé, à direita).

Lusa

O Livre congratulou-se hoje com o anunciado acordo entre os partidos de esquerda e lembrou que "fazer pontes entre as diferentes forças da esquerda" sempre foi uma das mensagens defendidas pelo partido desde a sua fundação.

Numa declaração feita na sua página oficial de Facebook, o Livre "congratula-se com a confirmação de que o PS, BE, PCP e PEV conseguiram estabelecer um acordo para uma maioria parlamentar de apoio a um governo de esquerda".

O Livre acredita que, apesar de ainda não serem conhecidos os moldes exatos do acordo conseguido entre as forças de esquerda, "será certamente forte o suficiente para garantir um mandato duradouro".

No comunicado, acrescenta que "como tem sido a sua prática, o LIVRE continuará disponível para ajudar os restantes partidos na procura de soluções para o país e para a União Europeia. Esta disponibilidade será refletida num acompanhamento interventivo, construtivo e permanente da atividade parlamentar e governativa".

O partido considera que o entendimento agora alcançado vai "ao encontro de uma das mensagens apresentadas pelo partido desde a sua fundação: a necessidade de fazer pontes entre as diferentes forças de esquerda".

Para o Livre, "a confirmar-se a queda do atual governo (...) não resta ao Presidente da República outra hipótese que não seja a de convidar a força política que garantiu uma maioria no Parlamento, no caso o PS, a formar governo".

Durante o fim de semana, o líder do PS, António Costa, anunciou o fecho de acordos e uma moção de rejeição ao programa do governo de coligação PSD/CDS-PP enquanto o PCP anunciava a sua disponibilidade para apoiar o executivo socialista nos quatro anos de legislatura.

As eleições legislativas realizaram-se a 04 de outubro, tendo a coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP) sido a mais votada, embora sem maioria absoluta. O novo governo liderado por Pedro Passos Coelho foi empossado pelo Presidente da República no dia 30 de outubro.

Os deputados da Assembleia da Republica começam hoje a discutir o programa do governo PSD/CDS-PP, tendo PS, BE,PCP e PEV anunciado a apresentação de moções de rejeição, que implicam a queda do executivo se forem aprovadas.

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